Avalée Par La Nuit
Des lèvres hésitantes
Caress(e)nt alors sa peau
Soudain comme la veille
Il la pénètr(e) charmé
De ses ongles vermeils
Léchant ses seins brûlés
Souille cett(e) catin !
Que ses bras fléchissent
Sous le joug du vin
Et du cuir, son fils
Alors des lambeaux déterrant
Du terreau de sa chair meurtrie
Happés ensuite par le vent
Auquel tous ces lieux sont soumis
Tous ces hurlements angoissants
Déchirent les draps de la nuit
Et tes misérables tympans
Qui perpétuent cette furie
Profane son corps!
Qu'il succombe entier
Suppliant la mort
Damnée suppliciée
Elle vomit le sang
Qui jadis l'a nourrie
Son nez ensorcelant
Et le pus en oublie
Et dévorant séante,
Ne laissent que des maux
Destruída pela Noite
Lábios hesitantes
Acariciam sua pele
De repente como na noite passada
Ele a penetra encantado
Com suas unhas vermelhas
Lambendo seus seios queimados
Suje essa vagabunda!
Que seus braços se dobrem
Sob o peso do vinho
E do couro, seu filho
Então, pedaços desenterrados
Do solo de sua carne ferida
Levados depois pelo vento
Ao qual todos esses lugares estão submetidos
Todos esses gritos angustiantes
Rasgam os lençóis da noite
E seus tímpanos miseráveis
Que perpetuam essa fúria
Profane seu corpo!
Que ele sucumba inteiro
Suplicando pela morte
Damnada, torturada
Ela vomita o sangue
Que um dia a alimentou
Seu nariz encantador
E o pus em esquecimento
E devorando-se sentada,
Não deixam mais que dores