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Infâmia

Nach

infama

¡¿Que coño estáis mirando pandilla de cretinos?!, ¡no tenéis cojones para ser lo que soñáis ser!, necesitáis personas como yo para señalarlas con el dedo y decir: "ese es el malo"¡¿Y quién sois vosotros?!, ¿Los buenos?, no sois buenos, simplemente escondéis vuestra frustración por no ser nadie, todo lo que digáis se lo acabará llevando el viento, mientras yo sigo creciendo sin frenos, pero lo asumo, mi vida es así, mi vida es Infama.

Es tan duro sentir el cianuro, oculto en un saludo,
muro de murmuros, culos como escudos de aquel que no pudo,
nudos en gargantas de esas voces que no sé donde deambulan,
que al roce de mi pasos disimulan, sudan, duran tensos,
presos de su triste histeria,
para la media soy una puta atracción de feria,
me ven como un Alien, alguien raro claro,
van del palo y si hoy reparo en ser juzgado,
por con quien ni he hablado, es porque,
el peso de la presión está más próximo,
al sacar la cabeza del montón anónimo,
el respeto de mi público es lo único legítimo,
en un país donde nadie quiere ver triunfar al prójimo,
desánimo, calmo mis nervios ante criterios vacíos,
en medios que no puedo tomar enserio,
desvelo el misterio de la fama,
¿quién me odia y quién me ama?,
esta vida es, esta vida es...

[Estribillo] (x2)
Infama: Clama, resbala lo que proclama,
Infama: Camino con la calma de un Dalái Lama,
Infama: Más Rap en la cabeza y menos drama,
Infama: Esta vida es, esta vida es...

El trato grato del anonimato quedó en un recuerdo,
yo rescato al verbo junto a él combato para seguir cuerdo,
aún me conservo entre la élite, minúsculos satélites,
que sabréis de mi timidez, mis límites,
mis lápices adoran lo que escribo,
son testigos de esta lucha y la dedico,
a todas las crews que me escuchan,
desde Lisboa, hasta México y aún duelen como un cólico,
que un crítico cualquiera, quiera diluir mi mérito,
Frustrados no dan crédito a mi léxico, vértigo en mi éxito,
su insulto siempre es blanco fácil pa' mi ejercito,
por sacar del corazón mi contradicción, perdí el perdón,
sé que mi última intención fue ser polémico.
Tras 5 discos, sigo adicto a lo que dicto invicto,
insisto, nada es distinto tras tu veredicto,
sigo convicto tras una fama no buscada,
entre amor y drama, esta vida es, esta vida es...

[Estribillo] (x2)
Infama: Clama, resbala lo que proclama,
Infama: Camino con la calma de un Dalái Lama,
Infama: Más Rap en la cabeza y menos drama,
Infama: Esta vida es, esta vida es...

Yeah, Podréis escribir en Foros, en líneas de Rap, pintarlo en la calle, dónde sea, yo sigo enorme, titánico, imparable, si, hablad de mi, odiadme, pero hablad de mi, dadme la importancia que merezco, sois mi motivación para hacer esto, esta vida es...¡INFAMA!

Infâmia

¡¿Que porra vocês estão olhando, bando de idiotas?!, ¡não têm coragem para ser o que sonham ser!, precisam de pessoas como eu para apontá-las com o dedo e dizer: "esse é o vilão"¡¿E quem são vocês?!, ¿Os bonzinhos?, não são bonzinhos, simplesmente escondem sua frustração por não serem ninguém, tudo que vocês disserem será levado pelo vento, enquanto eu sigo crescendo sem freios, mas eu aceito, minha vida é assim, minha vida é Infâmia.

É tão duro sentir o cianeto, escondido em um cumprimento,
muro de murmúrios, bundas como escudos de quem não conseguiu,
laços na garganta dessas vozes que não sei onde vagam,
que ao toque dos meus passos disfarçam, suam, ficam tensas,
presas de sua triste histeria,
para a mídia sou uma puta atração de feira,
me veem como um Alien, alguém estranho claro,
vão na boa e se hoje me julgam,
por quem nem falei, é porque,
o peso da pressão está mais próximo,
quando tiro a cabeça do monte anônimo,
o respeito do meu público é o único legítimo,
em um país onde ninguém quer ver o próximo triunfar,
desânimo, acalmo meus nervos diante de critérios vazios,
na mídia que não consigo levar a sério,
desvendo o mistério da fama,
quem me odeia e quem me ama?,
essa vida é, essa vida é...

[Estribillo] (x2)
Infâmia: Clama, escorrega o que proclama,
Infâmia: Caminho com a calma de um Dalai Lama,
Infâmia: Mais Rap na cabeça e menos drama,
Infâmia: Essa vida é, essa vida é...

O trato agradável do anonimato ficou em uma lembrança,
eu resgato o verbo junto a ele combato para continuar são,
me conservo entre a elite, minúsculos satélites,
que vocês saberão da minha timidez, meus limites,
meus lápis adoram o que escrevo,
são testemunhas dessa luta e a dedico,
a todas as crews que me escutam,
de Lisboa até o México e ainda doem como uma cólica,
que um crítico qualquer queira diluir meu mérito,
Frustrados não dão crédito ao meu léxico, vertigem no meu sucesso,
seu insulto sempre é alvo fácil para meu exército,
por tirar do coração minha contradição, perdi o perdão,
sabem que minha última intenção foi ser polêmico.
Após 5 discos, sigo viciado no que dicto invicto,
insisto, nada é diferente após seu veredicto,
sigo convicto após uma fama não buscada,
entre amor e drama, essa vida é, essa vida é...

[Estribillo] (x2)
Infâmia: Clama, escorrega o que proclama,
Infâmia: Caminho com a calma de um Dalai Lama,
Infâmia: Mais Rap na cabeça e menos drama,
Infâmia: Essa vida é, essa vida é...

É, vocês poderão escrever em fóruns, em linhas de Rap, pintar na rua, onde for, eu sigo enorme, titânico, imparável, sim, falem de mim, me odeiem, mas falem de mim, me deem a importância que mereço, vocês são minha motivação para fazer isso, essa vida é...¡INFÂMIA!

Composição: