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Añada de Ana La Friolera

Nacho Vegas

Letra

Ana, a Friolera

Añada de Ana La Friolera

Viviam em Norteña,Vivían en Norteña,
uma cidade litorâneauna ciudad costera
onde o mar era cinzadonde la mar era gris
e a chuva eterna.y la lluvia eterna.

Ela sentia frioElla pasaba frío
mal a noite chegava.apenas la noche llegaba.
Com um cobertor xadrezCon una manta a cuadros
ele a aquecia.él la arropaba.

Prometeram se amarPrometieron quererse
enquanto o frio existisse.mientras el frío existiera.
Ele a chamavaÉl la llamaba
Ana, a Friolera.Ana La Friolera.

Tiveram uma brigaTuvieron un riña
e ele a deixou ir.y él la dejó marchar.
Sabia que ela não voltaria;Supo que no volvería;
a onda não volta pro mar.no vuelve la ola al mar.

Ela poderia levarElla pudo llevarse
tudo o que tinhatodo lo que tenía
mas esqueceu deixadopero dejó olvidado
o frio que sentia.el frío que sentía.

Agora, sob o cobertor xadrez,Ahora, bajo la manta a cuadros,
ele tenta pegar no sono.él trata de coger el sueño.
Desde que ela se foiDesde que ella se marchó
lá sempre é inverno.allí siempre es invierno.

E ele a procurou sem descansoY la buscó sin descanso
de San Pedro a Las Mestas.desde San Pedro a Las Mestas.
Teme morrer congeladoTeme morir congelado
uma dessas noites.una noche de estas.

As pessoas me chamam de insensato,La gente me llama insensato,
eu ainda dou minha vida inteirayo aún doy mi vida entera
por só uma noitepor sólo una noche
com a garota friolera.con la chica friolera.


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