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Meus Demônios

Naelis

Mis Demonios

Yeah
Hay demonios que no se ven
Pero te consumen igual

Almas atrapadas en polvo y botellas
Ojos perdiendo su color
Las lágrimas se arrastran lento
Mientras se rompe otro corazón

No fue por moda ni por juego
Fue por huir de tanto dolor
Cuando la cabeza no calla
Cualquier silencio sabe a Dios

Y mientras todos señalan
Hay una madre rezando por mí

Tengo demonios que me hablan
Cuando la noche cae peor
Me dicen quédate, no salgas
Pero yo aún escucho a Dios

El color de mis ojos se apaga
Pero no mi respiración
Si sigo vivo entre cenizas
Es porque aún queda amor

Tomé caminos que odié conmigo
No porque quise, sino por caer
Cuando la vida se vuelve oscura
Uno no sabe cómo volver

La soledad te abraza fuerte
Te promete que va a cuidar
Pero siempre cobra caro
Y nunca te deja avanzar

No todos caen porque quieren
No todos vuelven si caen

Tengo demonios que me hablan
Y recuerdos que pesan más
Pero hay rezos que me protegen
Cuando ya no puedo más

Se rompe un corazón por dentro
Y nadie lo escucha gritar
Pero si hoy sigo respirando
Es porque aún quiero sanar

No soy un ejemplo perfecto
Ni una historia fácil de contar
Solo soy alguien luchando
Contra sí mismo al despertar

Tengo demonios, sí, lo acepto
Pero también ganas de vivir
Si mañana vuelvo a caer
Hoy decidí no rendirme aquí

Si alguien reza por ti
Todavía hay esperanza

Meus Demônios

É
Tem demônios que não se vê
Mas te consomem do mesmo jeito

Almas presas em pó e garrafas
Olhos perdendo sua cor
As lágrimas se arrastam lentas
Enquanto outro coração se despedaça

Não foi por moda nem por brincadeira
Foi pra fugir de tanta dor
Quando a cabeça não para de falar
Qualquer silêncio sabe a Deus

E enquanto todos apontam
Tem uma mãe orando por mim

Tenho demônios que me falam
Quando a noite cai pior
Me dizem fica, não sai
Mas eu ainda escuto a Deus

A cor dos meus olhos se apaga
Mas não minha respiração
Se eu sigo vivo entre cinzas
É porque ainda resta amor

Peguei caminhos que odiei comigo
Não porque quis, mas por cair
Quando a vida fica escura
A gente não sabe como voltar

A solidão te abraça forte
Te promete que vai cuidar
Mas sempre cobra caro
E nunca te deixa avançar

Nem todo mundo cai porque quer
Nem todo mundo volta se cai

Tenho demônios que me falam
E lembranças que pesam mais
Mas tem orações que me protegem
Quando já não aguento mais

Um coração se despedaça por dentro
E ninguém escuta gritar
Mas se hoje ainda respiro
É porque ainda quero curar

Não sou um exemplo perfeito
Nem uma história fácil de contar
Só sou alguém lutando
Contra si mesmo ao acordar

Tenho demônios, sim, eu aceito
Mas também vontade de viver
Se amanhã eu cair de novo
Hoje decidi não me render aqui

Se alguém reza por você
Ainda há esperança

Composição: Pablo Mauricio Cortes Martins