The Forest of Magnaccions
Ma che ce frega
Ma che ce 'mporta
Se l'oste ar vino c'ha messo l'acqua
E noi je dimo, e noi je famo
C'hai messo l'acqua e nun te pagamo
Ma però
Noi semo quelli
Che j'arisponnemo in coro
E' mejo er vino, de li castelli
De questa zozza società
Ce piaciono li polli
L'abbacchio e le galline
Perché so senza spine e nun so come er baccalà
La società dei magnaccioni
La società della gioventù
A noi ce piace, de magnà e beve
E nun ce piace da lavorà
Oste...
Portace n'artro litro
Che noi se lo bevemo
E poi j'arisponnemo
Embè? Embè? Che c'è?
E quanno er vino 'mbè
C'ariva ar gozzo 'mbè
Ar gargarozzo 'mbè
Je fa 'n ficozzo 'mè
Pe' falla corta, pe' falla breve
Mio caro oste portace da beve!
A Floresta dos Comilões
Mas que se dane
Mas que importa
Se o garçom no vinho botou água
E a gente diz, e a gente faz
Botou água e não te pagamos
Mas, porém
Nós somos aqueles
Que respondemos em coro
É melhor o vinho, dos castelos
Dessa sociedade imunda
A gente gosta de frango
De cordeiro e de galinha
Porque não têm espinhos e não são como o bacalhau
A sociedade dos comilões
A sociedade da juventude
A gente gosta de comer e beber
E não gosta de trabalhar
Garçom...
Traga mais um litro
Que a gente bebe tudo
E depois respondemos
E aí? E aí? O que tem?
E quando o vinho vem
Chegando na garganta, vem
Na goela, vem
Faz um efeito em mim
Pra resumir, pra ser breve
Meu caro garçom, traga pra beber!