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O trava-línguas Gaban

Narciso Montes

El Gaban Trabalenguas

Ahhhhhh tananay

Señores tengo un gabán
De mi llano, bueno para conversar
Deletrea, tararea trabalenguas
En el arpa se la toca bien, trama

Si lo quiere conocer, camarita
Ah ya yay, se lo voy a presentar
Mi gabán cantador, parrandero
Mujeriego, es un veguero por demás

Mi gabán nació en mi zona
Cerquita de una quebrá
Yo agarré a mi gabancito
Empezando a caminar

De los copos de una palma
Se lo llevé a mi mamá
Mi mamá lo crió comiendo
Pura yuca sancochá

Atol de maíz cariaco
Y harina de maíz tostá

La vieja lo agarra, lo abraza y lo besa
Mi gabán tiene popularidad
Y amanece tomando con to’ los borrachos
Cerveza y guarapo pa’ lante y pa’ allá

Cuando ve una chama del barrio que pasa
La llama de frente y le empieza a silbar
Le agarra las penas con mucho cariño
Le hace morisqueta y empieza a brincá

Brinca en una sola pata
Taratacatacatacata

Mira la gordita, chiquita y bonita
Le gusta mucho su forma de hablar
Compone y canta música llanera
Pasajitos criollos como pa’ llorá

Si ve una catira sifrina y buenota
Le gusta besarla en su boca rosá
Cuando ve una negra levanta las alas
La acuesta en la cama y comienza a jugá

Les voy a decir una frase
Que le enseñó mi papá

Japa japa jupa jupa
Aylalai tralailailai tralalay
Tananay tananananay
Tananananananay

Ahhhhhh tananay

Señores volvió el gabán
De mi llano, bueno para conversar
Deletrea, tararea mi criollito
Como herencia de su pai y su mamá

Tralalai tralalai
Tralalalalalalai
Por su papá y su mamá

La historia de mi gabán
No la quisiera contar
Cada vez que la recuerdo
Me dan ganas de llorar

Su primera grabación
Cuatro temas nada más
Guayabo de veinte meses
Dejó su fama regá

Después el gabán presidente
Tuvo mucho que contar
Gracias a los vendedores
Y a toda la humanidad

Ahora viene otro gabán
Con bastante seriedad
Es el gabán trabalenguas
Escúchenlo bien sonar

Él se viste de blanquito
Cuando sale a parrandear
Y toditas las muchachas
Lo comienzan a gritar

La vieja lo agarra, lo abraza y lo besa
Mi gabán tiene popularidad
Y amanece tomando con to’ los borrachos
Cerveza y guarapo pa’ lante y pa’ allá

Cuando ve una chama del barrio que pasa
La llama de frente y le empieza a silbar
Le agarra las penas con mucho cariño
Le hace morisqueta y empieza a brincar

Brinca en una sola pata
Taratacatacatacata

Mira la gordita, chiquita y bonita
Le gusta mucho su forma de hablar
Compone y canta música llanera
Pasajitos criollos como pa’ llorar

Si ve una catira sifrina y buenota
Le gusta besarla en su boca rosa
Cuando ve una negra levanta las alas
La acuesta en la cama y comienza a jugar

Se despide mi gabán
En forma de tararea

Tarara tarararara
Tananatanaynayna

Tananay tananananay
Tananananananay
Tananay tananananay
Tananatanananay

O trava-línguas Gaban

Ahhhhhh tananay

Senhores, eu tenho um casaco
Das minhas planícies, bom para conversar
Soletre, murmure trava-línguas
É bem tocado na harpa, enredo

Se você quiser conhecê-lo, pequeno cinegrafista
Ah, que bom, vou apresentá-lo a você
Meu sobretudo para cantar e festejar
Um mulherengo, um verdadeiro mulherengo

Meu sobretudo nasceu na minha região
Muito perto de uma ravina
Peguei meu casaquinho
Começando a andar

Das lascas de uma palmeira
Levei para minha mãe
Minha mãe o criou comendo
mandioca cozida pura

Atole de milho Cariaco
E fubá torrado

A velha o agarra, o abraça e o beija
Meu sobretudo é popular
E o amanhecer chega bebendo com todos os bêbados
Cerveja e caldo de cana, para frente e para trás

Quando ele vê uma garota da vizinhança passando
Ele para em frente a ela e começa a assobiar
Ele acolhe as tristezas dela com grande afeto
Ele faz uma careta e começa a pular

Salta em uma perna só
Taratacatacatacata

Olha só essa menina gordinha, pequena e bonita
Ele gosta muito do jeito que ela fala
Ele compõe e canta música llanera
Pequenos trechos em crioulo que fazem você chorar

Se você vir uma loira elegante e atraente
Ele gosta de beijá-la em sua boca rosada
Quando ele vê uma mulher negra, ele abre as asas
Ele a deita na cama e começa a brincar

Vou te dizer uma frase
Que meu pai o ensinou

Japa japa jupa jupa
Aylalai tralailailai tralalay
Tananay tananananay
Tananananananay

Ahhhhhh tananay

Senhores, o sobretudo está de volta
Das minhas planícies, bom para conversar
Soletre, cantarole meu pequeno crioulo
Como herança de seu pai e de sua mãe

Tralalai tralalai
Tralalalalalalai
Do pai dela e da mãe dela

A história do meu sobretudo
Eu não gostaria de contar
Toda vez que me lembro dela
Dá vontade de chorar

Sua primeira gravação
Apenas quatro músicas
Goiaba de vinte meses
Ele deixou sua fama para trás

Depois, o casaco do presidente
Ele tinha muito para contar
Agradecemos aos fornecedores
E a toda a humanidade

Agora vem outro casaco
Muito a sério
É o sobretudo trava-línguas
Escute atentamente como soa

Ele se veste de branco
Quando ele sai para festejar
E todas as garotas
Eles começam a gritar isso

A velha o agarra, o abraça e o beija
Meu sobretudo é popular
E o amanhecer chega bebendo com todos os bêbados
Cerveja e caldo de cana, para frente e para trás

Quando ele vê uma garota da vizinhança passando
Ele para em frente a ela e começa a assobiar
Ele acolhe as tristezas dela com grande afeto
Ele faz uma careta e começa a pular

Salta em uma perna só
Taratacatacatacata

Olha só essa menina gordinha, pequena e bonita
Ele gosta muito do jeito que ela fala
Ele compõe e canta música llanera
Canções crioulas que te fazem chorar

Se você vir uma loira elegante e atraente
Ele gosta de beijá-la em sua boca rosada
Quando ele vê uma mulher negra, ele abre as asas
Ele a deita na cama e começa a brincar

Meu sobretudo diz adeus
Na forma de um zumbido

Tarara tarararara
Tananatanaynayna

Tananay tananananay
Tanananananay
Tananay tananananay
Tananatanananay