Introspección
Asquerosas son las voces que adornan la noche
Sobresalen las empresas
Clandestinas que alimentan esa falsa insignia en su remera
Sigamos desayunando mentira virtual
Mientras nuestros ojos cuelgan
Cómo un par de esclavos cómodos
Inmersos en sus cornales de reales necesidades
Sigan promoviendo la felicidad ignorante de la media noche
Alcohol, madurez, pobreza
Seguí abrazando el dolor
Seguí quejándote del mismo patrón
Que adoras perseguir
Viten más en la vergüenza
Y dejar que tu dignidad
Poco a poco usa de tus pechos
Seguí creyendo en la facilidad
Ignorante de la conquista de cartón
Y la competencia de cristal
Deja que tus músculos mueran
En la pantalla de tu oficina imaginaria
Seguí emprendiendo para tu tumba
Sigamos atrayendo más espectadores
A estas pantallas de aluminio
Sigamos comiendo humanos
Y tirando sus desechos al pueblo
Sigamos ocultando y tapando los carteles viejos
Perdí a mi musa en la niebla moderna
Cerré mis espejos antes de caer en la escalera
Le cantan a la perra enjaulada
Al dinero y a la muerte
Sigamos desayunando mentiras virtuales
Mientras nuestros ojos cuelgan
Cómo un par de esclavos cómodos
Inmersos en sus cornales de reales necesidades
Ya nació el hombre
Que quiere verte decaer
Viaja en rebaño
Solo no puede
¿Qué va a hacer?
Genera pena
Todos repiten
No sé por qué
Él es la bestia
Él es el perro
Y vos lo amás
De focos huecos
Él es ejemplo
Vacío están
Ya no le mientas
Deja tranquilo
A tu papá
Ya nació el hombre
Que quiere verte decaer
El nuevo engaño
Nació este año
Estupidez
Ya no nos mientas
Ya no te hundas en la idiotez
Introspecção
São nojentas as vozes que enfeitam a noite
Destacam-se as empresas
Clandestinas que alimentam essa falsa insignia na sua camiseta
Vamos continuar tomando café da manhã com mentiras virtuais
Enquanto nossos olhos pendem
Como um par de escravos confortáveis
Imersos em seus chiqueiros de reais necessidades
Continuem promovendo a felicidade ignorante da meia-noite
Álcool, maturidade, pobreza
Continue abraçando a dor
Continue reclamando do mesmo padrão
Que você adora perseguir
Viva mais na vergonha
E deixe que sua dignidade
Pouco a pouco se desgaste nos seus peitos
Continue acreditando na facilidade
Ignorante da conquista de papelão
E da competição de cristal
Deixe que seus músculos morram
Na tela do seu escritório imaginário
Continue empreendendo para sua cova
Vamos continuar atraindo mais espectadores
Para essas telas de alumínio
Vamos continuar comendo humanos
E jogando seus restos para o povo
Vamos continuar escondendo e tapando os cartazes velhos
Perdi minha musa na névoa moderna
Fechei meus espelhos antes de cair na escada
Cantam para a cadela enjaulada
Para o dinheiro e a morte
Vamos continuar tomando café da manhã com mentiras virtuais
Enquanto nossos olhos pendem
Como um par de escravos confortáveis
Imersos em seus chiqueiros de reais necessidades
Já nasceu o homem
Que quer te ver cair
Viaja em rebanho
Sozinho não consegue
O que vai fazer?
Gera pena
Todos repetem
Não sei por quê
Ele é a besta
Ele é o cachorro
E você o ama
De focos ocos
Ele é exemplo
Vazio estão
Já não minta pra ele
Deixa tranquilo
Seu pai
Já nasceu o homem
Que quer te ver cair
A nova ilusão
Nasceu este ano
Estupidez
Já não nos minta
Já não se afunde na idiotice
Composição: Juan Manuel Cobal, Juan Pablo Brining, Facundo Cruz