Dresden
(When) I wander this town of damnation
I can taste tears of incineration
No flames can burn you into salvation
With bitter vengeance's sinful temptation
Who shall cast the first stone of execration
In this necropolis' impure purgation
Of us?
There are no gravestones that will bear their names
No grave will embrace thee nor will hold your remains
Your death reflection burned into memory
So we remember, but shall not speak of thee
Generations branded with fires
And forgotten in self-righteous pyres
We built
Oh more cities, ten-thousand more of names
No absolution in the rage of flames
I roam the meadows in cold November
Yet, my soul burns bright like emerald ember
May it cleanse souls of the men whose wicked hands
Once disturbed the body and souls of this land
Dresden
(Quando) eu perambulo por esta cidade de condenação
Consigo sentir lágrimas de incineração
Nenhuma chama pode te queimar para a salvação
Com a tentação pecaminosa da amarga vingança
Quem lançará a primeira pedra de execriação
Nesta necrópole de purgação impura
De nós?
Não há lápides que carreguem seus nomes
Nenhum túmulo te abraçará nem guardará seus restos
A reflexão da sua morte queimada na memória
Então nos lembramos, mas não falaremos de você
Gerações marcadas com fogos
E esquecidas em piras de autojustificação
Nós construímos
Oh, mais cidades, dez mil nomes a mais
Nenhuma absolvição na fúria das chamas
Eu vagueio pelos campos em um frio novembro
Ainda assim, minha alma brilha como brasa de esmeralda
Que possa purificar as almas dos homens cujas mãos malignas
Uma vez perturbaram o corpo e as almas desta terra