Enmig Del Silenci
On perdura encara el temps
En l´ombra del passat,
en les aigües tristes d´un llac
regne de soledad...
En silenci enmig de l´oblit
et recordo lluny de mi...
Misticisme en caure la nit
quan ara hi neix la tristor,
més enllà s´enfonsarà
per sempre etern el destí...
En silenci enmig de l´oblit
et recordo lluny de mi...
Com les ombres dansaràs
perdudes entre records,
es profund el teu lament
en mans de la solitud...
El vent...
encara em retorna al teu costat...
on encara et ploren,
morint els meus records...
On encara escolto...
el batec del teu cor...
més enllà en la distància,
enmig del silenci...
Lest teves aigües tornaran a ser el meu regne daurat
tornanran a cridar el meu nom,
com crida la nit... a la seva foscor
el clamor del teu lament...
reflexe dels meus ulls...
En les teves mans hi neix ara
etern... el meu destí...
Em Meio do Silêncio
A gente persiste enfrentando o tempo
Na sombra do passado,
Nas águas tristes de um lago
Reino da solidão...
Em silêncio, em meio ao esquecimento
Eu te lembro longe de mim...
Misticismo ao cair da noite
Quando agora nasce a tristeza,
Mais além, se afundará
Para sempre eterno o destino...
Em silêncio, em meio ao esquecimento
Eu te lembro longe de mim...
Como as sombras, você dançará
Perdida entre lembranças,
É profundo o seu lamento
Nas mãos da solidão...
O vento...
Ainda me traz de volta ao seu lado...
Onde ainda te choram,
Morrendo minhas lembranças...
Onde ainda escuto...
O batimento do seu coração...
Mais além, na distância,
Em meio ao silêncio...
As suas águas voltarão a ser meu reino dourado
Voltando a chamar meu nome,
Como a noite chama... para sua escuridão
O clamor do seu lamento...
Reflexo dos meus olhos...
Em suas mãos, agora nasce
Eterno... meu destino...