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Letra

Significado

Prisioneira

Presa

Sete da noite, saio no meu carroSiete de la noche, salgo en mi coche
A avenida tá escura e cheia de neblinaLa avenida está oscura y llena de bruma
Sinto taquicardia, tô com a alma quebradaSiento taquicardia, tengo rota el alma
E mesmo acelerando, não encontro calmaY aunque acelere, no encuentro calma

Aumento o volume pra ignorarSubo el volumen para ignorar
Essas sensações que querem me acabarEstas sensaciones que me quieren acabar
E mesmo tentando escapar, não consigo, porque vivemY aunque intente escapar, no puedo, porque viven
No meu coraçãoEn mi palpitar

E eu chorei tanto que criei um rioY he llorado tanto que he creado un río
É meu novo vício, me afogar devagarEs mi nuevo vicio ahogarme lento
E não satisfeito com isso que sintoY no contento con esto que siento
Tô morrendo por dentroMe muero por dentro

Desço a janela pra sentir o ventoBajo la ventana para sentir el viento
Que me acompanha nessa fria madrugadaQue me acompaña en esta fría madrugada
Buscando razões e na rádio cançõesBuscando razones y en la radio canciones
Pra entender o porquê das minhas decisõesPara comprender el porqué de mis decisiones

Por que quero correr?¿Por qué quiero correr?
De quem quero me esconder?¿De quién me quiero esconder?

E é que eu chorei tanto que criei um rioY es que he llorado tanto que he creado un río
É meu novo vício, me afogar devagarEs mi nuevo vicio ahogarme lento
E não satisfeito com isso que sintoY no contento con esto que siento
Tô morrendo por dentroMe muero por dentro
Mas é isso que eu queroPero es lo que quiero

E é que eu chorei tanto que criei um rioY es que he llorado tanto que he creado un río
É meu novo vício, me afogar devagarEs mi nuevo vicio ahogarme lento
E não satisfeito com isso que sintoY no contento con esto que siento
Tô morrendo por dentroMe muero por dentro

E mesmo que nada me prendaY aunque no me amarre nada
(Sigo sendo prisioneira da minha mente e dos meus traumas)(Sigo siendo presa de mi mente y de mis traumas)
E mesmo que nada me prendaY aunque no me amarre nada
(Sigo sendo escrava na minha própria jaula)(Sigo siendo esclavo en mi propia jaula)
E mesmo que nada me prendaY aunque no me amarre nada
(Sigo sendo prisioneira da minha mente e dos meus traumas)(Sigo siendo presa de mi mente y de mis traumas)
E mesmo que nada me prendaY aunque no me amarre nada

Eu chorei tanto que criei um rioHe llorado tanto que he creado un río
É meu novo vício, me afogar devagarEs mi nuevo vicio ahogarme lento
E não satisfeito com isso que sintoY no contento con esto que siento
Tô morrendo por dentroMe muero por dentro

Levo a selva dentroLlevo la jungla dentro

Composição: Santiago Jimenez Palomino, Daniel Díaz Tovar, Jair Serrano Guio, Daniel Pinto Orjeda, Victor Celly Villante. Essa informação está errada? Nos avise.

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