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A Prática

Natan El Profeta

La praxis

Yo no soy hijo del rap, soy hijo del dueño
Yo no fumo leño, las prendas no le empeño
No copio de españoles, ni los puertorriqueños
He dejado de dormir, papá, por perseguir mi sueño

Demasiado atraco en ghettos y residenciales
Demasiado polvo blanco en tus fosas nasales
Tu vas demasiado a party, discotecas, patrolanes
Pa' que tu hijo ande descalzo, sin comida y sin pañales

Pero nah'
Vengo de un país tercermundista
Aquí todos quieren exhibir como playa nudista
Ey, menor, tu puedes ser modelo de revista
Prefiero decir presente cuando allí se pase lista

Dios me tiene firme como el roble
No hay dinero que haga que ante baal las rodillas doble
Los que están esperando que me doble
Van a sentir que es diciembre porque vengo a dar el doble

El doble de rima, el doble de unción que poseo
El doble de flow, la doble porción de Eliseo
Ateos del rap, a estos nsync's no les creo
Porque lo que hablan en sus canciones no es lo que veo

Hablan de balaceras, y los cuerpos no los veo
Hablan de millones, y en los bancos no los veo
En su canción de sicario, matan gente por tripeo
Y en la calle los veo tranquilitos, hay un dimareo

Deja de mentir que de fluir esto se trata
No solo el cuchillo, la palabra también mata
A mi no me va a engañar con ese flow de hojalata
Si corres la calle que corrí las suelas se te gastan

Es cierto que la juventud va por un mal camino
Pero tu la estás empujando con un mensaje cochino
Y a mi no, ni a mi generación mientras yo viva
Mientras el eterno me diga lo que escriba

él es el King, no necesito un blind, Orlando by Swing
Ellos solo son máscaras de haloween
Picharon y picharon, después no aguantan el swing
Pa' qué tiras piedras al cielo cuando tu techo es de zinc
Vengo sin fin, como sin fin, sin fin ni miento...

(Ey, le diste muy duro a los seculares)
(Oh ya, ya, ya, pues, vamos con la gente mía)
Ahora me dirijo a los raperos cristianos
Espero que no lo tomen a mal mis colegas hermanos
No se trata de nuevo ni del veterano

Ni quien le meta mao quien lo meta mano consiste
En glorificar el que creó lo que existe
Y si rompiste el beat, para su gloria lo hiciste
Pero el protagonista de la película te creíste
Luego fuiste al cine y en cartelera nunca te viste

Yo maté al rapero que había dentro de mi
Porque ya no vivo yo, ahora vive Cristo en mi
Una tiradera que no le encuentro ciencia
Jugamos para el mismo equipo, dejemos la competencia
Deja ya esa negligencia de mendigar colaboraciones, haz tu diligencia

Porque no creyeron, se burlaron de mi, literal
Y Rico de Cuna en el 2016 se volvió viral
Mira, no cuentes conmigo porque te puedo fallar
Cuenta con el que te ve, y que nadie puede mirar
Jehová va, quien respalda mis versos

El gran yo soy, el gran arquitecto del universo
Como quesada sigue inmerso mayday
Las tinieblas que busquen refuerzo
Yo también soy parte de la resistencia
09 de Agosto, en Luna Park, Argentina
La family, el hijo del dueño
Está ready

A Prática

Eu não sou filho do rap, sou filho do dono
Eu não fumo baseado, não empresto as paradas
Não copio dos espanhóis, nem dos porto-riquenhos
Deixei de dormir, pai, pra correr atrás do meu sonho

Demais assalto em guetos e residenciais
Demais pó branco nas suas fossas nasais
Você vai demais a festas, baladas, rolês
Pra seu filho andar descalço, sem comida e sem fraldas

Mas nada
Vim de um país em desenvolvimento
Aqui todo mundo quer se exibir como praia de nudismo
Ei, menor, você pode ser modelo de revista
Prefiro estar presente quando a lista for chamada

Deus me mantém firme como um carvalho
Não há dinheiro que faça eu me ajoelhar diante de baal
Os que estão esperando que eu me curve
Vão sentir que é dezembro porque venho pra dar o dobro

O dobro de rima, o dobro de unção que eu tenho
O dobro de flow, a porção dobrada de Eliseu
Ateus do rap, desses nsync's eu não acredito
Porque o que falam nas músicas não é o que eu vejo

Falam de tiroteios, e os corpos não aparecem
Falam de milhões, e nos bancos não vejo
Na canção de assassino, matam gente por diversão
E na rua eu os vejo tranquilos, tá tudo de boa

Para de mentir que de fluir isso se trata
Não só a faca, a palavra também mata
Não vai me enganar com esse flow de lata
Se você corre a rua que eu corri, os solados se desgastam

É verdade que a juventude vai por um caminho ruim
Mas você está empurrando com uma mensagem suja
E a mim não, nem à minha geração enquanto eu viver
Enquanto o eterno me disser o que escrever

Ele é o Rei, não preciso de blind, Orlando by Swing
Eles são só máscaras de Halloween
Fugiram e fugiram, depois não aguentam o swing
Pra que jogar pedras no céu quando seu teto é de zinco
Vim sem fim, como sem fim, sem fim nem minto...

(Ei, você bateu forte nos seculares)
(Oh já, já, já, então, vamos com a minha galera)
Agora me dirijo aos rappers cristãos
Espero que meus colegas irmãos não levem a mal
Não se trata de novo nem do veterano

Nem quem mete a mão, quem mete a mão é o que importa
Em glorificar quem criou o que existe
E se você quebrou o beat, foi pra glória dele que você fez
Mas o protagonista do filme você se achou
Depois foi ao cinema e na bilheteira nunca te viu

Eu matei o rapper que havia dentro de mim
Porque já não vivo eu, agora Cristo vive em mim
Uma diss que não vejo sentido
Jogamos pro mesmo time, vamos deixar a competição
Deixa essa negligência de mendigar colaborações, faça sua parte

Porque não acreditaram, riram de mim, literal
E Rico de Cuna em 2016 se tornou viral
Olha, não conte comigo porque posso falhar
Conte com quem te vê, e que ninguém pode olhar
Jehová vai, quem apoia meus versos

O grande eu sou, o grande arquiteto do universo
Como quesada segue imerso mayday
As trevas que busquem reforço
Eu também sou parte da resistência
09 de Agosto, no Luna Park, Argentina
A família, o filho do dono
Está pronto