Refranes (part. Joaquin Medina)
No por tanto madrugar amanece temprano
No quieras tapar el Sol con una mano
Yo por eso sigo trabajando
Y el que anda con lobos, aullar se está enseñando
Vale más pedir perdón que pedir permiso
Me metí hasta la cocina, sin previo aviso
A fuerza, ni los zapatos entran
Y un árbol torcido jamás se endereza
Si te duermes, camarón, te lleva la corriente
El que quiere a Sol celeste, pues que le cueste
Salió caro el caldo y eso no compré tortillas
No más chequen que no por ser oro siempre brilla
Yo no soy un perro, pa' que me llegues con hueso
A llorar se va la iglesia, no a dar un rezo
Pa'l entendedor, pocas palabras
Y siempre mal tiempo darle buena cara
Lo que fácil llega, también fácil se acaba
Lo que aprendes con el tiempo solo enseñanzas
Muerto el perro, no acaba la rabia
Y el que dice ser gallo donde quiera canta
Dime con quién andas y yo te diré quién eres
El que calla otorga, y hasta en la mierda hay niveles
El que a hierro mata, pues también a hierro muere
El que busca encuentra, y tu nieve, ¿de qué la quieres?
Provérbios (parte. Joaquin Medina)
Portanto, não acordar cedo amanhece cedo
Você não quer cobrir o sol com uma mão
É por isso que continuo trabalhando
E quem anda com lobos, uivando está sendo ensinado
É melhor pedir perdão do que pedir permissão
Entrei na cozinha, sem aviso prévio
À força, mesmo os sapatos não entram
E uma árvore torta nunca se endireita
Se você adormecer, camarão, a corrente leva você
Aquele que ama o Sol Celestial, porque lhe custa
O caldo ficou caro e eu não comprei tortilhas
Chega de verificar se não é ouro sempre brilha
Eu não sou um cachorro, então você pode me pegar com osso
A igreja sai para chorar, para não fazer uma oração
Para o ouvinte, poucas palavras
E sempre o mau tempo dá a ele uma boa cara
O que vem fácil, também termina fácil
O que você aprende ao longo do tempo apenas ensinamentos
Morto o cachorro, a raiva não acaba
E aquele que afirma ser um galo onde quer que cante
Diga-me com quem você está e eu lhe direi quem você é
Aquele que é silencioso concede, e mesmo na merda há níveis
Quem mata ferro, porque também morre ferro
Quem procura encontra, e a sua neve, de que você a quer?