Felo de Se
Staring into what lies beneath
A bow to throat, solocide
Hearken to the angel's hiss
A vein-string crescendo dies
Screams above as blood runs wild
Raised blades unsheathed, beguiled
Vein tears down her face
As beauty fell grace
Escorted nigh by winged murder
They conspire to talon fervour
Purging pure her cut-throat grail
Draping red the land of never
Memories rush as maelstrom souls
Battering down the mind chambers
So surreal, the labyrinth lies
The blood rush is lost to wonder
Upon the snow she lay frozen
Painted hell and wings broken
The heaven of beauty fell doom
A blood rose in full bloom
From the heavens of her hell
A swan dive of all divinity
Piercing as one, the chef d'oeuvre
This fraction of eternity
Spiraling down in vertigo
Towards the womb and death alone
Falling down the final fall
(Em)bracing for liberation
Upon the snow she lay frozen
Painted hell and wings broken
The heaven of beauty-fell doom
A blood rose in full bloom
A scream resounds, a broken fall
Death watches on as silence calls
No more promises, no more lies
Upon the snow she lay frozen
Painted hell and wings broken
The heaven of beauty-fell doom
A blood rose in full bloom
Felo de Se
Olhando para o que está abaixo
Um arco para garganta, solocídio
Ouça o assobio do anjo
Um crescendo em corda de veia morre
Gritos acima como o sangue corre selvagem
Lâminas levantadas desembainhadas, enganadas
Veia rasga o rosto dela
Como a beleza caiu graça
Acompanhado quase por assassinato alado
Eles conspiram para fervor de garra
Purga pura seu graal da garganta cortada
Draping vermelho a terra de nunca
Memórias correm como almas de turbilhão
Batendo nas câmaras da mente
Tão surreal, o labirinto está
A corrida do sangue é perdida para se perguntar
Sobre a neve ela ficou congelada
Inferno pintado e asas quebradas
O paraíso da beleza caiu desgraça
Um sangue subiu em plena floração
Dos céus do seu inferno
Um mergulho de cisne de toda a divindade
Piercing como um, o chef d'oeuvre
Essa fração da eternidade
Espirrando para baixo na vertigem
Em direção ao ventre e morte só
Caindo a queda final
(Em) se preparando para a libertação
Sobre a neve ela ficou congelada
Inferno pintado e asas quebradas
O paraíso da beleza caiu desgraça
Um sangue subiu em plena floração
Um grito ressoa, uma queda quebrada
A morte assiste como o silêncio chama
Sem mais promessas, sem mais mentiras
Sobre a neve ela ficou congelada
Inferno pintado e asas quebradas
O paraíso da beleza caiu desgraça
Um sangue subiu em plena floração