395px

Sórdida e Sombria Mentira

Neath

Sordid Grim Lie

Damning eyes, infected lips
A rotting heart, a weary grip
Frail and ill, diminished will
Weeping Wound, personal hell

His eyes roll back dead to view the silver sky
And reflect up the sordid grim lie
Inner empire fell in the blink of an eye
Delievered with a grin this sordid grim lie

Withered skin, swollen throat
A poison mind, a dismal note
Stomach cramped, this wretched damp
Pungent breath, to pain condemned

His eyes roll back dead to view the silver sky
And reflect up the sordid grim lie
Inner empire fell in the blink of an eye
Delievered with a grin this sordid grim lie

My brother set free now showered in light
The dissonant song is the same
The beating insatiable thirst for their lives
My veneance will honour his name
I hunt them in darkness in fog and in gloom
As stall as a black brooding dove
Like a barbarous inhuman antagonist fume
Impart horors that few will speak of
The vicious ensuing artial gushing
Coats my fave in affectionist warmth
The look in their eyes when they're woken impaled
Subjects of sadistic art forms
What began as honour through barbaric means
Now fades as the dawn drains the sky
I perceive as I savagely tear at their skins
I'm victim to the sordid grim lie

A storm blows in from the distance
It's been seen to come for some time
And all I see are faces and I'm lost, displaced
I see their faces in disarray

THis storm clouds perception
I walk blind, frail and unsure

So why now this confusion of a plan long contemplated?
Do I welcome this intrusion though it's what I have for waited?
And I see their faces and I'm lost, displaced
I see their faces in disarray

Sórdida e Sombria Mentira

Olhos condenadores, lábios infectados
Um coração podre, um aperto cansado
Frágil e doente, vontade diminuída
Ferida chorosa, inferno pessoal

Seus olhos se reviram mortos para ver o céu prateado
E refletem a sórdida e sombria mentira
O império interno caiu num piscar de olhos
Entregue com um sorriso essa sórdida e sombria mentira

Pele murcha, garganta inchada
Uma mente envenenada, uma nota sombria
Estômago contraído, esse úmido desespero
Respiração fétida, condenado à dor

Seus olhos se reviram mortos para ver o céu prateado
E refletem a sórdida e sombria mentira
O império interno caiu num piscar de olhos
Entregue com um sorriso essa sórdida e sombria mentira

Meu irmão agora livre, banhado em luz
A canção dissonante é a mesma
A sede insaciável pela vida deles
Minha vingança honrará seu nome
Eu os caço na escuridão, na névoa e na penumbra
Tão parada quanto uma pomba negra e sombria
Como um antagonista inumano e bárbaro
Impondo horrores que poucos falarão
A arte cruel que se segue jorrando
Cobre meu rosto com um calor afetuoso
O olhar em seus olhos quando são despertados, empalados
Sujeitos de formas de arte sadistas
O que começou como honra por meios bárbaros
Agora desaparece enquanto a aurora drena o céu
Eu percebo enquanto rasgo suas peles selvagemente
Sou vítima da sórdida e sombria mentira

Uma tempestade se aproxima à distância
Já era visível há algum tempo
E tudo que vejo são rostos e estou perdido, deslocado
Vejo seus rostos em desordem

Essa tempestade nublou a percepção
Eu ando cego, frágil e incerto

Então por que agora essa confusão de um plano há muito contemplado?
Devo acolher essa intrusão, embora seja o que esperei?
E vejo seus rostos e estou perdido, deslocado
Vejo seus rostos em desordem

Composição: