Chapter II - " Dust Of Transience"
[My Cold Eternity]
Now eternity is taking my soul
And I feel like im Fozen alive
In my heart, there is only keenly emptiness
My blood is yet again like red, cold ice
I, im the last one in this cage
Dying for your child for human race
Now im seeing your sin my god
You are the liar of all those past years
Night, it was your only destiny
I wish that I die alone, without your heed
Let my soul pass away
I don't need your grace - I won't serve
I don't want to survive in your world of lies
Im not your slave, im Antichrist
Fall, fall again from grace
Into burning fields of truth
Fallin' down, on earth
Without hope in blind eyes
Now im seeing myself in a buried world
Silent screams I hear deep inside my soul
Freezing dreams come true in my pitch-dark night
From my barren land you can hear me cry
I remember the time which has passed away
And I feel, that I don't want to return
Time of my law is born - im your heir to the throne
Hear my complaint - I will rise from my grave
Dawn of my lordship you see, your kingdom is blown away
Pay for your treasons now - You will be mine
[Schwanengesang]
Ein Hauch all der Jahre, die er gehen sah
Verwische im Nebel der Zeit, die zu Staub zerfiel
Verfremdet die Tage, einst so warm und klar
Verblutend, verblassend - ihrem Ziel so nah
Erhort seine letze Klage- sicht sein sterbend Haupt
Verwirkte Ionen, so sinnlos, blfs und leer
Einst atmend und fuhlaend, nun einsam, greis und nacht
In farblosen Schatten versunken und erstarrt
Das Schwanenlied oergebens - kein Lohn, kein Ruhm, nar Leid
Fausend Jahre Regen, kein Frost im finster' Schmerz
Erloschene Sonnen, eisig schreit der Wind
Ein flugelloser Rabe nagt am Lebenssinn
Durch Kalte gefangen, fern von Ramm und Zeit
Schaa nun zuruck, spur' dein sinnlos' :eid
Durchbohrt von Menschheits Schwert
War es das alles wert?
Ein Hauch all der Jahre, die er gehen sah
Verwische im Nebel der Zeit, die zu Staub zerfiel
Verfremdet die Tage, einst so warm und klar
Verblutend, verblassend - ihrem Ziel so nah
Erhort seine letze Klage- sicht sein sterbend Haupt
Verwirkte Ionen, so sinnlos, blfs und leer
Einst atmend und fuhlaend, nun einsam, greis und nacht
In farblosen Schatten versunken und erstarrt
Das Schwanenlied oergebens - kein Lohn, kein Ruhm, nar Leid
Capítulo II - Poeira da Transitoriedade
[Minha Fria Eternidade]
Agora a eternidade está levando minha alma
E eu me sinto como se estivesse congelado vivo
No meu coração, só há um vazio profundo
Meu sangue é mais uma vez como gelo vermelho e frio
Eu sou o último nesta jaula
Morrendo por seu filho, pela raça humana
Agora estou vendo seu pecado, meu Deus
Você é o mentiroso de todos esses anos passados
A noite, era seu único destino
Eu desejo morrer sozinho, sem sua atenção
Deixe minha alma se apagar
Eu não preciso da sua graça - não vou servir
Eu não quero sobreviver no seu mundo de mentiras
Não sou seu escravo, sou o Anticristo
Cair, cair de novo da graça
Para os campos ardentes da verdade
Caindo, na terra
Sem esperança em olhos cegos
Agora estou me vendo em um mundo enterrado
Gritos silenciosos que ouço dentro da minha alma
Sonhos congelantes se tornam realidade na minha noite escura
Da minha terra estéril você pode me ouvir chorar
Eu me lembro do tempo que passou
E eu sinto que não quero voltar
O tempo da minha lei nasceu - sou seu herdeiro ao trono
Ouça minha queixa - eu vou ressurgir do meu túmulo
A aurora da minha soberania você vê, seu reino foi destruído
Pague por suas traições agora - você será meu
[Canção do Cisne]
Um sopro de todos os anos que ele viu passar
Desvanecendo na névoa do tempo, que se transformou em pó
Dias distorcidos, outrora tão quentes e claros
Sangrando, desvanecendo - tão perto de seu objetivo
Ele ouve sua última queixa - vê sua cabeça moribunda
Ions perdidos, tão sem sentido, vazios e frios
Antes respirando e sentindo, agora solitário, velho e escuro
Afundado em sombras sem cor e paralisado
A canção do cisne se foi - sem recompensa, sem glória, só dor
Mil anos de chuva, sem frio na dor sombria
Sóis extintos, o vento grita gelado
Um corvo sem asas roendo o sentido da vida
Atrapalhado pelo frio, longe do tempo e da realidade
Agora olhe para trás, sinta seu juramento sem sentido
Transpassado pela espada da humanidade
Valeu a pena tudo isso?
Um sopro de todos os anos que ele viu passar
Desvanecendo na névoa do tempo, que se transformou em pó
Dias distorcidos, outrora tão quentes e claros
Sangrando, desvanecendo - tão perto de seu objetivo
Ele ouve sua última queixa - vê sua cabeça moribunda
Ions perdidos, tão sem sentido, vazios e frios
Antes respirando e sentindo, agora solitário, velho e escuro
Afundado em sombras sem cor e paralisado
A canção do cisne se foi - sem recompensa, sem glória, só dor