Océano de Palabras
Podríamos tratar de querernos
No estoy hablando de hacer el amor
Te hablo de aparcar nuestros celos
Empecemos por darnos la mano
Dar una vuelta por el mundo exterior
Te hablo de relacionarnos sin miedos
Cuando te tengo delante
A veces no sé quién soy
Tú tan echada pa'lante
Y yo Sol de invierno
Nunca me siento bastante
Eclipsas mi luz
Y mis sentidos naufragan, naufragan
En tu océano de palabras inventadas
Para la ocasión, casi siempre intencionadas
Y no sé cómo salir (salir, salir, salir, salir) de tu oleaje
Y no se divisa ningún faro
A lo lejos (lejos, lejos, lejos, lejos)
Cambiar las reglas del juego
Dejar a un lado el guión
Que un huracán agite nuestros cuerpos
La rabia contenida inunda la habitación
Y la vigilia intenta marcharse
Cuando te tengo delante
A veces no sé quién soy
Tú tan echada pa'lante
Y yo Sol de invierno
Nunca me siento bastante
Eclipsas mi luz
Y mis sentidos naufragan, naufragan
En tu océano de palabras inventadas
Para la ocasión, casi siempre intencionadas
Y no sé cómo salir (salir, salir, salir, salir) de tu oleaje
Y no se divisa ningún faro
A lo lejos (lejos, lejos, lejos, lejos)
En tu océano de palabras inventadas
Para la ocasión, casi siempre intencionadas
Y no sé cómo salir (salir, salir, salir, salir) de tu oleaje
(Salir, salir, salir, salir, salir, salir, salir, salir, salir)
Y no se divisa ningún faro (salir, salir, salir, salir)
A lo lejos (salir, salir, salir, salir)
En tu océano de palabras inventadas
Para la ocasión, casi siempre intencionadas
Y no sé cómo salir (salir, salir, salir, salir) de tu oleaje
Y no se divisa ningún faro
A lo lejos (lejos, lejos, lejos, lejos)
Oceano de Palavras
Poderíamos tentar nos amar
Não estou falando de fazer amor
Estou falando de deixar de lado nossos ciúmes
Comecemos dando as mãos
Dando uma volta pelo mundo lá fora
Estou falando de nos relacionarmos sem medos
Quando estou na sua frente
Às vezes não sei quem sou
Você tão segura de si
E eu Sol de inverno
Nunca me sinto suficiente
Você ofusca minha luz
E meus sentidos naufragam, naufragam
Em seu oceano de palavras inventadas
Para a ocasião, quase sempre intencionadas
E não sei como sair (sair, sair, sair, sair) de suas ondas
E não se avista nenhum farol
Ao longe (longe, longe, longe, longe)
Mudar as regras do jogo
Deixar de lado o roteiro
Que um furacão agite nossos corpos
A raiva contida inunda o quarto
E a vigília tenta partir
Quando estou na sua frente
Às vezes não sei quem sou
Você tão segura de si
E eu Sol de inverno
Nunca me sinto suficiente
Você ofusca minha luz
E meus sentidos naufragam, naufragam
Em seu oceano de palavras inventadas
Para a ocasião, quase sempre intencionadas
E não sei como sair (sair, sair, sair, sair) de suas ondas
E não se avista nenhum farol
Ao longe (longe, longe, longe, longe)
Em seu oceano de palavras inventadas
Para a ocasião, quase sempre intencionadas
E não sei como sair (sair, sair, sair, sair) de suas ondas
(Sair, sair, sair, sair, sair, sair, sair, sair, sair)
E não se avista nenhum farol (sair, sair, sair, sair)
Ao longe (sair, sair, sair, sair)
Em seu oceano de palavras inventadas
Para a ocasião, quase sempre intencionadas
E não sei como sair (sair, sair, sair, sair) de suas ondas
E não se avista nenhum farol
Ao longe (longe, longe, longe, longe)