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Azrael

Necare

Azrael

In the moments before she falls into the stream...
Doubt assails her conscience, sorrow wracks her being...
Letting go, she drowns...
Her arms drift cruciform on the onyx tapestry...
In the twilight mist rises from the surface...
I reach into the water to touch her pale visage...
As above so below...
An angel flies on blackest wing...
To crush her soul, to weigh her sins...
Thy salvation her eyes hath seen...
The wailing dead in rapture sing...
The vaulted crypts, the blackened woods that reek of death's decay...
The charnel house, the no-man's-land...
This is thy domain...
Requiem aeternam... dona nobis pacem...
Et lux perpetua luceat eis...
An angel flies...
Azrael, how soon thy touch...
Renders flesh to lifeless dust...
Your will, my undoing...
You deny me everything...

Azrael

Nos momentos antes dela cair no rio...
A dúvida assola sua consciência, a tristeza a consome...
Deixando-se levar, ela se afoga...
Seus braços flutuam em forma de cruz na tapeçaria de ônix...
Na névoa do crepúsculo que se ergue da superfície...
Eu estendo a mão na água para tocar seu rosto pálido...
Assim em cima, assim embaixo...
Um anjo voa com asas negras...
Para esmagar sua alma, para pesar seus pecados...
Teu salvador seus olhos viram...
Os mortos gemem e cantam em êxtase...
As criptas abobadadas, as florestas enegrecidas que exalam a decadência da morte...
A casa dos mortos, a terra de ninguém...
Este é teu domínio...
Requiem aeternam... dá-nos a paz...
E lux perpetua ilumine-os...
Um anjo voa...
Azrael, quão cedo teu toque...
Transforma carne em pó sem vida...
Teu desejo, minha ruína...
Tu me negas tudo...

Composição: