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A Dúvida

Necko Vidal

La Duda

Nunca fui consciente del dolor
De tu coraza y tu corazón
Nunca fui valiente para huir
Nunca quise decidir

Hoy te cuento la historia
De la vida que no te interesa
No me queda memoria
Ni las ganas de ver más sorpresas

Y aunque algo me dice
Que la culpa no fue solo tuya
Y que mezclas temor y amargura
Prefiero marcharme y dejarte

La duda

Que la gente se está preguntando
La de cómo seria mirarte y sentir
Que no estás molestando

Yo no creo en el karma
Ni soy nadie para corregirte
Pero creo en un libro que dice
Que lo que se siembra
Se va a cosechar
Y yo
No quiero verlo

Nunca fui consciente del dolor
De tu coraza y tu corazón
Nunca fui valiente para huir
Nunca quise decidir

Nunca fui estudiante del rencor
Si he sido algo, no he sido yo
Y aunque, la verdad, no sé a dónde ir
Hoy lo quiero descubrir

Cada vez que lo pienso
Me cuestiono tus pros y mis contras
Cada vez que lo digo
No encuentro motivos
No me queda otra

Si jugamos tus cartas
Hablaría de más y de menos
Pero creo que nos entendemos
Si sigo pensando en mi historia
Y la duda de saber si es cierto

Nunca fui consciente del dolor
De tu coraza y tu corazón
Nunca fui valiente para huir
Nunca quise decidir

Nunca fui estudiante del rencor
Si he sido algo, no he sido yo
Y aunque, la verdad, no sé a dónde ir
Hoy lo quiero descubrir

Me marcho, me voy

Tengo la duda
Tengo la duda
Tengo la duda

Unos vienen y otros van, van
Unos quitan y otros dan, dan
Y si algún día te sientes mejor
Nunca es tarde, pero yo

Me marcho, me voy

A Dúvida

Nunca fui consciente da dor
Da tua couraça e do teu coração
Nunca fui corajoso para fugir
Nunca quis decidir

Hoje te conto a história
Da vida que não te interessa
Não me resta memória
Nem vontade de ver mais surpresas

E embora algo me diga
Que a culpa não foi só tua
E que misturas medo e amargura
Prefiro partir e te deixar

A dúvida

Que as pessoas estão se perguntando
A de como seria te olhar e sentir
Que não estás incomodando

Eu não acredito no karma
Nem sou ninguém para te corrigir
Mas acredito em um livro que diz
Que o que se planta
Será colhido
E eu
Não quero ver isso

Nunca fui consciente da dor
Da tua couraça e do teu coração
Nunca fui corajoso para fugir
Nunca quis decidir

Nunca fui estudante do rancor
Se fui algo, não fui eu
E embora, a verdade, não saiba para onde ir
Hoje quero descobrir

Cada vez que penso nisso
Questiono teus prós e meus contras
Cada vez que digo isso
Não encontro motivos
Não me resta outra opção

Se jogamos tuas cartas
Falaria demais e de menos
Mas acredito que nos entendemos
Se continuo pensando na minha história
E a dúvida de saber se é verdade

Nunca fui consciente da dor
Da tua couraça e do teu coração
Nunca fui corajoso para fugir
Nunca quis decidir

Nunca fui estudante do rancor
Se fui algo, não fui eu
E embora, a verdade, não saiba para onde ir
Hoje quero descobrir

Vou embora, vou partir

Tenho a dúvida
Tenho a dúvida
Tenho a dúvida

Uns vêm e outros vão, vão
Uns tiram e outros dão, dão
E se algum dia te sentires melhor
Nunca é tarde, mas eu

Vou embora, vou partir

Composição: Marcos Vidal Llorente