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O Livro em Uma Mão, a Bomba na Outra

Negrita

Il libro in una mano, la bomba nell'altra

La macchina che guidi
guarda bene non è tua,
la paghi tutti i giorni
al fabbricante di liquame
che va a cena con i santi
che t'infilano le bombe nelle tasche.

E fanno guerre
che bruciano ragazzi come te
che cadono col sogno di proteggere un sogno
e in chiesa la gente che piange
fa largo e si stringe,
nel posto in prima fila
c'è sempre un governante
che tratta col mercante
che cena con i santi
che tirano le bombe
e tirano le somme
e il ciclo non si rompe,
la guerra non è santa,
ma noi stiamo arrivando...

COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO...

Nel pane c'è il corpo,
nel vino c'è il sangue;
nell'oro il demonio,
nell'umiltà il santo...
Nel pane c'è il corpo,
nel vino c'è il sangue;
nell'oro il demonio,
nell'umiltà il santo...

Scintilla un anello
di giallo metallo,
la mano pietosa
saluta il Consiglio...
Al polso gemelli
di rosso rubino,
su un abito bianco
di seta e di lino...
La porpora è un manto
di gloria e di vanto,
sul petto una croce
con sopra il suo Santo...
"Non m'immortalate!"
diceva il suo canto,
"Non mi sbandierate!",
gridava il suo pianto.

Nel pane c'è il corpo,
nel vino c'è il sangue;
che Dio ci perdoni,
se stiamo pregando...

COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO...
IL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO...

Abbiamo il fuoco,
abbiamo ragione.
Saremo più grandi,
saremo più uniti,
saremo più forti
di chi ci ha colpiti...

COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO,
LA BOMBA NELL'ALTRA...
COL LIBRO IN UNA MANO...
LA BOMBA NELL'ALTRA...
LA BOMBA NELL'ALTRA...

O Livro em Uma Mão, a Bomba na Outra

O carro que você dirige
presta atenção, não é seu,
você paga todo dia
pro fabricante de merda
que janta com os santos
que te enfiam bombas nos bolsos.

E fazem guerras
que queimam garotos como você
que caem com o sonho de proteger um sonho
e na igreja a galera que chora
abre espaço e se aperta,
na primeira fila
sempre tem um governante
que negocia com o mercador
que janta com os santos
que jogam as bombas
e fazem as contas
e o ciclo não se quebra,
a guerra não é santa,
mas nós estamos chegando...

COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO...

No pão está o corpo,
no vinho está o sangue;
no ouro o demônio,
na humildade o santo...
No pão está o corpo,
no vinho está o sangue;
no ouro o demônio,
na humildade o santo...

Brilha um anel
de metal amarelo,
a mão piedosa
dá um alô ao Conselho...
No pulso gêmeos
de rubi vermelho,
sobre um vestido branco
de seda e linho...
A púrpura é um manto
de glória e de orgulho,
sobre o peito uma cruz
com seu Santo...
"Não me imortalizem!"
dizia seu canto,
"Não me exibam!",
gritava seu pranto.

No pão está o corpo,
no vinho está o sangue;
que Deus nos perdoe,
se estamos rezando...

COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO...
O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO...

Temos o fogo,
temos razão.
Seremos maiores,
seremos mais unidos,
seremos mais fortes
que quem nos atingiu...

COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO,
A BOMBA NA OUTRA...
COM O LIVRO EM UMA MÃO...
A BOMBA NA OUTRA...
A BOMBA NA OUTRA...

Composição: Cesare Petricich / Enrico Salvi / Fabrizio Barbacci / Franco Li Causi / Paolo Bruni