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E Estou Aqui

Nek (IT)

Y Estoy Aqui

Yo… que subo a pie por esta dura pendiente,
que no recuerdo donde está Dios presente,
que de palabras he llenado el silencio,
buscando el sentido de un abandono.
Yo… que tomo el tren sintiendo su traqueteo,
para pensar en un futuro que espero,
aunque este viaje me ha ofrecido otras manos
y tú te has quedado.

Cuánto pesa en mí esta ausencia… esta falsa indiferencia,
desmonta mis hábiles… frágiles… gestos de apariencia,
ciertas veces la distancia… hasta puede ser violenta,
pasa mis límites… físicos… y no me da esperanza.

Y estoy aquí… en ti,
y estoy aquí… por ti,
me quedo aquí… así
porque tú estás… aquí.

Yo… girando en un adiós inútil, vacío,
como una iglesia excomulgada que ya
no da respuestas, que blasfema entre dientes
en noches que pierdes… te quiero, porque…
Yo… bajo del tren en este viaje no mío,
y los chirridos son como un desafío,
a esta estación puedes llamarla \"perdona\"
tú puedes ahora.

Lento estrecharé tus manos… son gaviotas que volando
muy lejos escaparían… de una idea… ya no habrá prisiones,
si te inclinas en mi cuerpo… que se agita, inquieto y tenso,
jadeas y dices sí… ya estarás… donde yo pretendo.

Y estoy aquí… en ti,
y estoy aquí… por ti,
me quedo aquí… así
porque tú estás… aquí…
y estoy aquí…
y estoy aquí… oh… por tí.

Corre el día como un telegrama… ves
pasar las horas como una condena… crees
y todas tus protestas… ahogaré… con esta boca.

El pasado no me miente… es un robo a mi presente,
por eso relájate… abrázame… abre bien la mente.

Y estoy aquí… en ti,
y estoy aquí… por ti,
me quedo aquí… así
porque tú estás… aquí.
Y estoy aquí…
y estoy aquí…
me quedo aquí…
porque tú estás… aquí.
Y estoy aquí.

E Estou Aqui

Eu… que subo a pé por essa ladeira dura,
que não lembro onde está Deus presente,
que de palavras enchi o silêncio,
buscando o sentido de um abandono.
Eu… que pego o trem sentindo seu barulho,
para pensar em um futuro que espero,
embora essa viagem me tenha oferecido outras mãos
e você tenha ficado.

Quanto pesa em mim essa ausência… essa falsa indiferença,
desmonta meus hábeis… frágeis… gestos de aparência,
certa vez a distância… até pode ser violenta,
passa meus limites… físicos… e não me dá esperança.

E estou aqui… em você,
e estou aqui… por você,
me quedo aqui… assim
porque você está… aqui.

Eu… girando em um adeus inútil, vazio,
como uma igreja excomungada que já
não dá respostas, que blasfema entre dentes
em noites que você perde… eu te quero, porque…
Eu… desço do trem nessa viagem que não é minha,
e os rangidos são como um desafio,
nessa estação você pode chamar de "perdão"
você pode agora.

Devagar, vou apertar suas mãos… são gaivotas que voando
muito longe escapariam… de uma ideia… já não haverá prisões,
se você se inclinar no meu corpo… que se agita, inquieto e tenso,
jadeia e diz sim… já estará… onde eu pretendo.

E estou aqui… em você,
e estou aqui… por você,
me quedo aqui… assim
porque você está… aqui…
e estou aqui…
e estou aqui… oh… por você.

O dia corre como um telegrama… vê
passar as horas como uma condenação… você acredita
e todas as suas protestas… eu vou afogar… com esta boca.

O passado não me mente… é um roubo ao meu presente,
por isso relaxe… me abrace… abra bem a mente.

E estou aqui… em você,
e estou aqui… por você,
me quedo aqui… assim
porque você está… aqui.
E estou aqui…
e estou aqui…
me quedo aqui…
porque você está… aqui.
E estou aqui.

Composição: Nek