Pregúntame
Si fueras hasta el mar iría yo corriendo para no llorar.
Si vuelves a reír llenas el manantial como si fuera yo a saltar.
Pero sabes bien que ahora puedo soportar todo un vendaval.
Aprovéchate de mí, dime que no es muy tarde para compensar.
Siente en mi ser trayendo a tus recuerdos los momentos que
no son muy fiel.
Ya sabes bien que ahora puedo soportar todo un vendaval.
Pregúntame por qué siembro promesas en macetas condenadas
al invierno más cruel.
Pregúntame por qué dejé que otros se tropiecen con mis
ganas de volar.
Si te vuelvo a seguir tú mírame despacio por si quiero andar.
Si vuelves a mentir quizás me quede quieta para no pensar.
Porque sabes bien que ahora puedo soportar todo un vendaval.
Pregúntame por qué siembro promesas en macetas condenadas
al invierno más cruel.
Pregúntame si quisiera olvidarte entre los besos de la
gente que rozó mi piel.
Pregúntame si deseo alguna noche que tropieces con tu
propio corazón.
Pregúntame si es posible que te sienta en algún otro querer,
solo pregúntame.
Pregúntame por qué siembro promesas en macetas condenadas
al invierno más cruel.
Pregúntame si quisiera olvidarte entre los besos de la
gente que rozó mi piel.
Pregúntame si deseo alguna noche que tropieces con tu
propio corazón.
Pregúntame si es posible que te sienta en algún otro querer,
solo pregúntame.
Pergunte-me
Se você fosse até o mar, eu correria pra não chorar.
Se você voltar a rir, enche o manancial como se eu fosse pular.
Mas você sabe bem que agora posso aguentar todo um vendaval.
Aproveite-se de mim, me diga que não é tarde demais pra compensar.
Sinta em mim trazendo suas lembranças os momentos que
não são muito fiéis.
Já sabe bem que agora posso aguentar todo um vendaval.
Pergunte-me por que planto promessas em vasos condenados
ao inverno mais cruel.
Pergunte-me por que deixei que outros tropeçassem com minhas
vontades de voar.
Se eu te seguir de novo, você me olhe devagar pra eu não querer andar.
Se você voltar a mentir, talvez eu fique parada pra não pensar.
Porque você sabe bem que agora posso aguentar todo um vendaval.
Pergunte-me por que planto promessas em vasos condenados
ao inverno mais cruel.
Pergunte-me se eu gostaria de te esquecer entre os beijos da
galera que tocou minha pele.
Pergunte-me se desejo alguma noite que você tropece no seu
próprio coração.
Pergunte-me se é possível que eu te sinta em algum outro querer,
sólo pergunte-me.
Pergunte-me por que planto promessas em vasos condenados
ao inverno mais cruel.
Pergunte-me se eu gostaria de te esquecer entre os beijos da
galera que tocou minha pele.
Pergunte-me se desejo alguma noite que você tropece no seu
próprio coração.
Pergunte-me se é possível que eu te sinta em algum outro querer,
sólo pergunte-me.