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Na Tempestade da Dor

Nergal

Fájdalmak viharában

Fájdalmak viharában

Elég volt!

Elég volt!

Összevarrt füllel a hangokat
Kiégetett szemmel a képeket
Önmagam nélkül nincsen akarat
Szétfeszíti a vérzõ sebeket

Egy kínokkal teli önzõ vágy
Pokoli tûzzel égetett fel
Nincs itt semmi, ami engem vár
Szívem megtelt gyûlölettel

Hátam mögül, egy múltbeli jelen
Feltámadt a szemem elõtt
Arcom elé hajtom a kezem
Világom újra romba dõlt

Nem kell e világ összes szépe
Annyit ér, mint az árulás
Nem kell e világ összes képe
Nem ér többet mint a barátság

Hatalmas érzés, mi mindent eltakar
Könnyes szemmel, mégis elfelejt
Gyilkos kérdéssel a lelkembe mar
A fájdalom trónjára felemel

Na Tempestade da Dor

Na tempestade da dor

Chega!

Chega!

Com os ouvidos costurados, escuto os sons
Com os olhos queimados, vejo as imagens
Sem eu mesmo, não há vontade
Rasga as feridas que sangram

Um desejo egoísta cheio de tormentos
Queimado por um fogo infernal
Não há nada aqui que me espere
Meu coração se encheu de ódio

Atrás de mim, um presente do passado
Ressurgiu diante dos meus olhos
Coloco as mãos na frente do meu rosto
Meu mundo desmoronou novamente

Não preciso de todas as belezas deste mundo
Valem tanto quanto a traição
Não preciso de todas as imagens deste mundo
Não valem mais do que a amizade

Um sentimento imenso que cobre tudo
Com os olhos cheios de lágrimas, ainda assim esqueço
Com uma pergunta assassina cravada na alma
Me eleva ao trono da dor

Composição: