Cypher Rimas (part. Mseco, Santiago Insane, Flysinatra, Makiavelo, Aguero y Primobeatz)
[Aguero]
Deambuló en este ritmo porque el rap me eligió
El level de mi escritura lo elevó el exilio
Siendo amigos del suelo, el fracaso me corrigió
El brillo de mis ojos, los rectos pterigium
Ah, un trago, el suelo de este ron Cartavio
Con la mirada al cielo celebro que no me agravio
Masacrando los malos presagios
Benditos por lo que transmito
Maldito por lo que contagio
Bajé el seguro y la verdad se disparó
Navego en los olvidos que la vida me dеjó
Tranquilidad le di un zafiro y nunca regresó
Pero aquí Dios se hace hombre
Pa' que el hombre se haga Dios
[Flysinatra]
Me sigo elevando y vibrando en altas frecuencias
Evitando que tu ignorancia dañe mi esencia
Tu falta de hombría te deja en evidencia
Carencia de amor y atención será tu gran herencia
Si nadie te ha enseñado acércate y te explico
Seas quien seas si no respeta te dejan frito
Así que no subestime al más tranquilito
Que hablar de más será el boleto de un viaje infinito
Tengo la llave de puertas que no compra el dinero
Dinero que solo es papel si no hay visión primero
Voy por mi oro porque por nadie yo espero
Contigo o sin ti lo logro porque quiero y porque puedo
[Makiavelo]
Dieciocho años se ha pegado el ritmo mi batería
Con el amor por la music, calle y la poesía
Entre el tránsito de letras tráfico paró mi día
Y seguimos por la vía del gangsta en la bulla mía
La calle siempre es celosa con nadie me compartía
Menos te cree ese sueño de que te creas artista
El efecto de ese puesto más que roja dio la tinta
Y el amor por la esquina se hizo una monotonía
Y vuelvo al my con estos que no están
Se fueron para otra ciudad
O al otro barrio conocieron la maldad
El karma me acepta en el juego a la defensa
Y aunque viva de mis manos rasgos más que mi derecha
[Santiago Insane]
Cambié el te quiero por el tequila
Uno y seis cerros de la precisa
La parsimonia de la bestia que te acorrala
La uso para manipular mi vida
Que mas ramala la marrana y no quiere ser besada
La vida de humano aburrida y complicada
Cada vez más a las muertas
Cada vez menos magia se nos acerca
Soy los mismos ojos tristes en el espejo
El tuerto es rey, pero no ve de lejos
Dándote tours astrales, alma entra y sale
De este viejo traje de tinta y pellejo
[MSeco]
No vi cuándo, solo lo hice cómo se debe
Desde el día en que empecé todo el tiempo que sí fue
Fuimos apuntando hay que hacer que no hacer
Para hacerlo renacer y que suene como ayer
Y por nada a cambio ahora es parte de mi ser
Nadie puede remover cuando lo hace es complacer
De mí como un salgo nunca dejes de creer
Y ahora paga el alquiler no me pueden convencer
De los casos sin pulsar ni hablar de más
Con mis compas yo un compás
A que vuelve lo que das
Estamos conectando sin obviar la realidad
Ni mira para atrás, ya está y te cuento más
[Nero Lvigi]
Yo empecé escribiendo viendo desde ventana
Gente buena, gente mala, gente avara, gente sana
¿Quién dispara?
Nunca sabes qué acontecerá
Hoy el rico daño al pobre y viceversa, etc
Le meto huevos también soy un paisano
Negro la piel marrón en tarima siempre Lezcano
Y no es en vano como quieras tú serás mi hermano
Y me hago, es sano para ver hasta dónde llega tu mano
Y te vas hasta el hombro, no son hombres, no hay palabras
Vivo contra el campo siempre andar perras ladran
Y mi padre mata peleando todo Lima
Camino sobre la pista del Primo escupiendo rimas
Cypher Rimas (part. Mseco, Santiago Insane, Flysinatra, Makiavelo, Aguero e Primobeatz)
[Aguero]
Deambulei nesse ritmo porque o rap me escolheu
O nível da minha escrita subiu com o exílio
Sendo amigo do chão, o fracasso me corrigiu
O brilho dos meus olhos, os retos pterígios
Ah, um gole, o chão desse rum Cartavio
Com o olhar pro céu celebro que não me agravio
Massacrando os maus presságios
Bendito pelo que transmito
Maldito pelo que contagio
Desci o seguro e a verdade disparou
Navego nos esquecimentos que a vida me deixou
Tranquilidade dei a um safira e nunca voltou
Mas aqui Deus se faz homem
Pra que o homem se faça Deus
[Flysinatra]
Continuo subindo e vibrando em altas frequências
Evitando que sua ignorância danifique minha essência
Sua falta de hombridade te deixa em evidência
Carência de amor e atenção será sua grande herança
Se ninguém te ensinou, chega mais que eu explico
Seja quem for, se não respeitar, te deixam frito
Então não subestime o mais tranquilinho
Que falar demais será o bilhete pra uma viagem sem fim
Tenho a chave de portas que o dinheiro não compra
Dinheiro que é só papel se não houver visão antes
Vou atrás do meu ouro porque por ninguém eu espero
Contigo ou sem você, eu consigo porque quero e posso
[Makiavelo]
Dezoito anos grudado no ritmo, minha bateria
Com amor pela música, rua e poesia
Entre o trânsito de letras, o tráfego parou meu dia
E seguimos pela via do gangsta na minha baderna
A rua sempre é ciumenta, nunca me compartilhava
Menos acredite nesse sonho de se achar artista
O efeito desse posto mais que vermelho deu a tinta
E o amor pela esquina virou uma monotonia
E volto ao meu com esses que não estão
Foram pra outra cidade
Ou pro outro bairro conheceram a maldade
O karma me aceita no jogo na defesa
E mesmo vivendo das minhas mãos, traços mais que minha direita
[Santiago Insane]
Troquei o te quero por tequila
Um e seis cerros da precisão
A parcimônia da besta que te encurrala
Eu uso pra manipular minha vida
Que mais ramala a porca e não quer ser beijada
A vida de humano é chata e complicada
Cada vez mais perto da morte
Cada vez menos mágica se aproxima
Sou os mesmos olhos tristes no espelho
O manco é rei, mas não vê de longe
Te dando tours astrais, alma entra e sai
Desse velho traje de tinta e pele
[MSeco]
Não vi quando, só fiz como se deve
Desde o dia em que comecei, todo o tempo que foi
Fomos apontando, tem que fazer o que não fazer
Pra fazê-lo renascer e que soe como ontem
E por nada em troca agora é parte do meu ser
Ninguém pode remover, quando faz é pra agradar
De mim como um sal, nunca deixe de acreditar
E agora paga o aluguel, não podem me convencer
Dos casos sem pulsar nem falar demais
Com meus parças eu um compasso
Pra que volte o que você dá
Estamos conectando sem ignorar a realidade
Nem olhar pra trás, já era e te conto mais
[Nero Lvigi]
Eu comecei escrevendo olhando pela janela
Gente boa, gente má, gente avara, gente sã
Quem dispara?
Nunca sabe o que vai acontecer
Hoje o rico prejudica o pobre e vice-versa, etc
Coloco coragem, também sou um cabra
Negro de pele marrom no palco sempre Lezcano
E não é em vão, como quiser, você será meu irmão
E me faço, é saudável pra ver até onde chega sua mão
E você vai até o ombro, não são homens, não há palavras
Vivo contra o campo, sempre ando, as cachorras latem
E meu pai mata lutando por toda Lima
Caminho pela pista do Primo cuspindo rimas