Fragile
Questa qui è la mia guerra, la mia causa
Ho la nausea e sto a terra
Questa è la mia vita, non l'ho mai capita,
Scrivo la mia storia, la mia eredità
Buio per la strada, qualcuno nella via
Molesta una ragazza e quella ragazza è mia
L'auto sul mattone senza più le ruote
Appartiene a me, bastardi senza dote.
E appartiene a me, questa casa cazzo è mia
Non solo entrano i ladri adesso anche la polizia
Dov'è la mia gente, dov'è il mio paese?
Vedo solamente le bollette ogni mese
Questo qui è il mio volto e tolgo l'armatura
Lo ammetto sono fragile ma non avrò paura
Questo sono io, questa è la mia voce
Poi ringrazio Dio e faccio il segno della croce.
Rit. Non sarà il buio a far dormire la mia anima
Non sarà un foglio pieno di frasi che mi racconterà
Non c'è tempo e non mi rendo conto
Quanto ne ho buttato non si sa
Sopra un foglio disegno il mio volto
Ma diverso da come è in realtà
Prendo fiato e lascio tutti indietro,
Do un nome ad ogni sogno che ho
Il mio pugno sanguina rompendo il vetro
e penso: "Io ce la farò".
Un foglio non basta, non basta per raccontare
Una vita non basta, non basta per perdonare
Una frase non basta, ma basta per farti male
Il buio non basterà a farmi addormentare!
Monostante tutto ciò che accade
So comunque che devo restare
Lucido sennò che ci sto a fare
Forse dovrei smetter di sognare!
Rit.
Questo qui è il mio amore, nelle vene,
Il mio sangue, è il mio onore
Queste le parole per quelle persone
Che credono in me dal '99
"La vita come il palco, è come un grande show",
Direbbe mio fratello che non vedo ormai da un pò
Questo sono io, questa è la mia luce
Poi ringrazio Dio e faccio il segno della croce.
Rit.
Frágil
Esta aqui é a minha guerra, a minha causa
Tô enjoado e jogado no chão
Esta é a minha vida, nunca entendi,
Escrevo minha história, meu legado
Escuro na rua, alguém na calçada
Importuna uma garota e essa garota é minha
O carro no bloco sem mais rodas
Pertence a mim, filhos da puta sem valor.
E pertence a mim, essa casa, caralho, é minha
Não só os ladrões entram, agora até a polícia
Cadê meu povo, cadê meu país?
Só vejo as contas todo mês
Este aqui é meu rosto e tiro a armadura
Admito que sou frágil, mas não vou ter medo
Esse sou eu, essa é minha voz
Depois agradeço a Deus e faço o sinal da cruz.
Refrão. Não será a escuridão a fazer minha alma dormir
Não será uma folha cheia de frases que vai me contar
Não há tempo e não percebo
Quanto joguei fora, não se sabe
Em uma folha desenho meu rosto
Mas diferente de como é na real
Respiro fundo e deixo todos pra trás,
Dou um nome a cada sonho que tenho
Meu punho sangra quebrando o vidro
e penso: "Eu vou conseguir".
Uma folha não é suficiente, não é suficiente pra contar
Uma vida não é suficiente, não é suficiente pra perdoar
Uma frase não é suficiente, mas é suficiente pra te machucar
A escuridão não vai ser suficiente pra me fazer dormir!
Apesar de tudo que acontece
Sei que preciso ficar
Sóbrio, senão pra que tô aqui?
Talvez eu devesse parar de sonhar!
Refrão.
Este aqui é meu amor, nas veias,
Meu sangue, é minha honra
Estas são as palavras para aquelas pessoas
Que acreditam em mim desde '99
"A vida é como um palco, é como um grande show",
Diria meu irmão que não vejo há um tempo
Esse sou eu, essa é minha luz
Depois agradeço a Deus e faço o sinal da cruz.
Refrão.