Exalted into Curse
Exalted into Curse
Exalted into Curse
Lord Selvmord
Dwelleth in the sepulchre of silence,
Shadows waltz with a glare of pestilence
Darkness shrouds, all unseen
Save a sylph's ghost
A lament in her heart as debauchery screams
Shackles bide,
and still thou hide
as thou hath come to haunt me
come hither,
to this darkest spot
darker still without thee
Through walls of sleep
a portrait of thee suspends
Inside my dreamscapes
bitter ties to these ends
that hath exalted thee to death
So dusk has spread her wings again
Cometh now is love's sour bane
Lusts they wither on ardent tongues
As lovelorn lips speak of pain
With fettered wrists wrought in disdain
Flickering now are the flames
Angels cadent from whims of Grace
For those once in vice, cast a stone
For every sin they shan't atone
Darker now is the night
My lips to bear, curses of spite
To those in vice who cast the stones
To scorn on me this supernal path
As goblins feast in aftermath
Brighter now is the moon
Radiant with it's malevolent swoon
Florid my flesh with the tears I've lost to thee
A feverous glow from thy face
Thy ardent caress burns in me
Whispers set me free
Thou come in disgrace
Solemn now is my heart
In the dust of thy depart
Thy requiem forever haunt
As my heart withers, eternally gaunt
Exaltado em Maldição
Exaltado em Maldição
Exaltado em Maldição
Senhor Selvmord
Habita no sepulcro do silêncio,
Sombras dançam com um brilho de peste
A escuridão encobre, tudo invisível
Salvo o fantasma de uma sílfide
Um lamento em seu coração enquanto a devassidão grita
Grilhões esperam,
e ainda tu te escondes
como se viesses me assombrar
vem aqui,
para este lugar mais escuro
ainda mais sombrio sem você
Através das paredes do sono
um retrato de ti suspenso
Dentro dos meus sonhos
laços amargos com esses fins
que te exaltaram à morte
Assim, o crepúsculo espalhou suas asas novamente
Vem agora o amargo fardo do amor
Os desejos murcham em línguas ardentes
Enquanto lábios apaixonados falam de dor
Com pulsos acorrentados forjados em desdém
Chamas agora tremulam
Anjos caem dos caprichos da Graça
Pois aqueles que estavam em vício, lançam uma pedra
Por cada pecado que não se redimem
Mais escura agora é a noite
Meus lábios carregam, maldições de desprezo
Para aqueles em vício que lançam as pedras
Para escarnecer de mim este caminho sobrenatural
Enquanto goblins se banquetearam no rescaldo
Mais brilhante agora é a lua
Radiante com seu torpor maligno
Fluida minha carne com as lágrimas que perdi por ti
Um brilho febril do teu rosto
Teu toque ardente queima em mim
Sussurros me libertam
Tu vens em desgraça
Solenemente agora é meu coração
Na poeira da tua partida
Teu réquiem assombra para sempre
Enquanto meu coração murcha, eternamente magro