Maldito
Tuvo que ser cierto cuando era tan grande
Y no contemplaron su respiración
Cuando detuvieron de un soplo de aire
Todo lo que ataba a este corazón
Porque en esta habitación que me da frío
La que fue dadera de todo mi ser
Donde desnudaba mis cinco sentidos
Ahora me da miedo no volver a ver
Veintisiete años por la cuerda floja
Y si me preguntan dónde pude ir
Ya no tengo nada, ya no tengo esposas
Tampoco un sitio donde decidir
Cómo me da miedo que no te detengas
Y que no te pares a mirarme hoy
No siento tu aliento sobre mis caderas
Ya no es mi nuca la que aprieta tu colchón
¡Ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
¡Ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
¡Ay, ay, ay, ay, ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
¡Ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
No voy a quejarme ni a tragar palabra
Solo he de decirte lo que siento aquí
Dentro de mi pecho hay algo que me mata
No sé el nombre ni tampoco si es por ti
Pero conquisté el imperio de tu boca
Y ahora me resisto a rendirme así
Ya cargué cañones para defenderte
Aunque en realidad te defiendan de mí
¡Ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
¡Ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
¡Ay, ay, ay, ay, ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
¡Ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
Sabes que no estaré siempre
Que si no te arrepientes no estarás en mi mente
Ya no seré para ti
¿Dónde me has dejado el corazón, maldito?
Rompes mis deseos, vas poco a poquito
Me provocas ansia y no te necesito
Ya no seré para ti
(¡Maldito!)
(Maldito)
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
¡Ay, ay, ay, ay, ay, maldito!
¿Dónde te me metes que no entiendo nada?
(Maldito)
(Maldito)
Maldito
Teve que ser verdade quando era tão grande
E não consideraram sua respiração
Quando pararam com um sopro de ar
Tudo que prendia esse coração
Porque nesta sala que me dá frio
A que foi lar de todo meu ser
Onde despia meus cinco sentidos
Agora me dá medo não voltar a ver
Vinte e sete anos na corda bamba
E se me perguntam pra onde eu fui
Já não tenho nada, já não tenho algemas
Nem um lugar pra decidir
Como me dá medo que você não pare
E que não se detenha pra me olhar hoje
Não sinto seu hálito sobre meus quadris
Já não é minha nuca que aperta seu colchão
Ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Ai, ai, ai, ai, ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Não vou me queixar nem engolir palavras
Só preciso te dizer o que sinto aqui
Dentro do meu peito tem algo que me mata
Não sei o nome nem se é por você
Mas conquistei o império da sua boca
E agora me recuso a me render assim
Já carreguei canhões pra te defender
Embora na verdade te defendam de mim
Ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Ai, ai, ai, ai, ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
Você sabe que não estarei sempre
Que se você não se arrepender não estará na minha mente
Já não serei pra você
Onde você deixou meu coração, maldito?
Você quebra meus desejos, vai devagarinho
Me provoca ansiedade e não te preciso
Já não serei pra você
(Maldito!)
(Maldito)
Onde você se meteu que não entendo nada?
Ai, ai, ai, ai, ai, maldito!
Onde você se meteu que não entendo nada?
(Maldito)
(Maldito)