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Hino dos Povos

Nica Sandinista

Himno De Los Pueblos

A través de las páginas fatales de la historia

Nuestra tierra se levanta con su herida y su gloria
No nacimos de rodillas ni aprendimos a callar

Somos fuego de los pueblos que no van a claudicar
Eres imperio de acero, voz de trueno y ambición
Con la paz entre los labios y la guerra en el corazón
Cruzas mares, cruzas cielos con tu ley de imposición
Dibujando con misiles tu versión de redención
Pero aquí hay raíces vivas, hay memoria y dignidad
No es terreno conquistable lo que late en libertad
Que retumbe en cada tierra, que lo escuche el opresor
No hay imperio que derrote a un pueblo sin temor

Sos la tierra de los libres
Y el hogar de los valientes
Por venir a conquistar
A los pueblos inocentes
Sos la tierra de los libres
Y el hogar de los valientes
Por venir a bombardear
Los sueños de mi gente

Dices que no hay tiempo ni siquiera de aprender

El idioma de la vida que venís a estremecer

¿Y cómo entiendes la historia si no escuchas nuestra voz?
Si de honor y libertad hablas y no comprendes a Dios
No entendés lo que suplica un niño al ver llegar
Las sombras uniformadas que lo vienen a arrancar
No entendés ese silencio que se rompe al implorar
Cuando el miedo tiene nombre y uniforme militar

Y aunque escribas con tus armas tu relato de poder
Esta es la verdad de los pueblos que no se dejan someter
Porque aún con tus misiles y tu fuerza sin razón
Nosotros tenemos la fe que es más fuerte que el cañón
Porque aún con todo el fuego que desates sobre el Sol
Nosotros contamos con Dios

¿Y quién contra Dios?

Sos la tierra de los libres
Y el hogar de los valientes
Por venir a conquistar
A los pueblos inocentes
Sos la tierra de los libres
Y el hogar de los valientes
Por venir a bombardear
Los sueños de mi gente

Hino dos Povos

Através das páginas fatais da história

Nossa terra se levanta com sua ferida e sua glória
Não nascemos de joelhos nem aprendemos a calar

Somos fogo dos povos que não vão se render
Você é império de aço, voz de trovão e ambição
Com a paz entre os lábios e a guerra no coração
Cruza mares, cruza céus com sua lei de imposição
Desenhando com mísseis sua versão de redenção
Mas aqui há raízes vivas, há memória e dignidade
Não é terreno conquistável o que pulsa em liberdade
Que retumbe em cada terra, que o opressor escute
Não há império que derrote um povo sem medo

Você é a terra dos livres
E o lar dos valentes
Por vir conquistar
Os povos inocentes
Você é a terra dos livres
E o lar dos valentes
Por vir bombardear
Os sonhos da minha gente

Diz que não há tempo nem mesmo para aprender

O idioma da vida que você vem abalar

E como entende a história se não ouve nossa voz?
Se de honra e liberdade fala e não compreende a Deus
Não entende o que suplica uma criança ao ver chegar
As sombras uniformizadas que vêm para arrancar
Não entende esse silêncio que se rompe ao implorar
Quando o medo tem nome e uniforme militar

E embora escreva com suas armas seu relato de poder
Esta é a verdade dos povos que não se deixam submeter
Porque mesmo com seus mísseis e sua força sem razão
Nós temos a fé que é mais forte que o canhão
Porque mesmo com todo o fogo que você desencadear sobre o Sol
Nós contamos com Deus

E quem contra Deus?

Você é a terra dos livres
E o lar dos valentes
Por vir conquistar
Os povos inocentes
Você é a terra dos livres
E o lar dos valentes
Por vir bombardear
Os sonhos da minha gente