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Rapsódia Boêmia

Nico Borie

Bohemian Rhapsody

¿Esto es la vida real?
¿O es solo fantasía?
En un derrumbe estás
No podrás escapar de ahí
Observa allá
Mira arriba al cielo así
Un pobre niño soy
No quiero simpatía
Porque yo llego y ya me voy
Ni alto ni bajo soy
A dónde sople el viento
No es importante para mí
Para mí

Mamá
Aún hombre maté
A su cabeza apunté
Jale el gatillo y disparé
Mamá
La vida comenzó
Pero dejo todo, a otro lugar me iré
Mamá
Uuuh
No te quise hacer llorar
Y si vez que mañana yo no he vuelto
Seguirás, seguirás
Cómo si nada ha pasado

Tarde
Mi turno llego
Escalofríos me da
Mi cuerpo duele sin parar
Adiós, me despido
Debo marchar
Los debo dejar y enfrentar la verdad
¡Mamá!
Uuuh
A dónde sopla el viento
No quiero morir ya
Tal vez no haber nacido sería lo mejor

Una silueta de un hombre creo mirar
Scaramouch, scaramouch
¿Cuándo harás el fandango?
Numerosos rayos ¡atemorizándome!
Galileo, Galileo
Galileo, galileo
Galileo, fígaro
¡Magnifico!
Un niño pobre soy, nadie me quiere
¡Un niño pobre, de familia pobre es!
¡Déjenlo ir de está monstruosidad!
Soy de ir y venir, déjenme salir
Bismillah
¡No, no te dejaremos!
¡Déjenlo!
Bismillah
¡No te dejaremos!
¡Déjenlo!
Bismillah
¡No te dejaremos!
¡Déjenme!
¡No te dejaremos! (nunca)
¡Déjenme!
¡Por favor!
¡No, no, no, no, no, no, no
Oh mamá mía, mamá mía
¡Mamá mía por favor!
Belcebú dejo un diablo listo para mí
Por mí
¡Por mí!

¿Crees poder apedrearme, escupirme y ya?
¿Y dejarme morir siendo que me amabas?
¡No puede!
¡No cariño, no puedes!
Tengo que escapar
Tengo que escaparme de aquí

Nada importa en verdad
Todos pueden ver
Nada importa en verdad
Nada importa en verdad para mí
A dónde sopla el viento

Rapsódia Boêmia

É a vida real?
Ou é só fantasia?
Num colapso você está
Não vai conseguir escapar
Olha lá
Olha pra cima, pro céu assim
Sou só um pobre menino
Não quero compaixão
Porque eu chego e já vou
Nem alto, nem baixo sou
Pra onde o vento soprar
Não importa pra mim
Pra mim

Mãe
Um homem eu matei
Apontando pra sua cabeça
Puxei o gatilho e disparei
Mãe
A vida começou
Mas deixo tudo, pra outro lugar eu vou
Mãe
Uuuh
Não quis te fazer chorar
E se você ver que amanhã eu não voltei
Você vai seguir, vai seguir
Como se nada tivesse acontecido

Tarde
Meu turno chegou
Me dá arrepios
Meu corpo dói sem parar
Adeus, me despeço
Preciso ir
Devo deixar tudo e encarar a verdade
Mãe!
Uuuh
Pra onde o vento sopra
Não quero morrer já
Talvez nunca ter nascido seria o melhor

Uma silhueta de um homem eu acho que vejo
Scaramouche, scaramouche
Quando você vai dançar o fandango?
Vários raios, me apavorando!
Galileu, Galileu
Galileu, Galileu
Galileu, figaro
Magnífico!
Sou um menino pobre, ninguém me quer
Um menino pobre, de família pobre!
Deixem-no sair dessa monstruosidade!
Sou de ir e vir, deixem-me sair
Bismillah
Não, não vamos te deixar!
Deixem-no!
Bismillah
Não vamos te deixar!
Deixem-no!
Bismillah
Não vamos te deixar!
Deixem-me!
Não vamos te deixar! (nunca)
Deixem-me!
Por favor!
Não, não, não, não, não, não, não
Oh mamãe, mamãe
Mamãe, por favor!
Belzebu deixou um diabo pronto pra mim
Por mim
Por mim!

Você acha que pode me apedrejar, cuspir em mim e já?
E me deixar morrer sendo que me amava?
Não pode!
Não, amor, você não pode!
Preciso escapar
Preciso sair daqui

Nada importa de verdade
Todos podem ver
Nada importa de verdade
Nada importa de verdade pra mim
Pra onde o vento sopra