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Balada Para El Argentino Permanente

Nico Tallac

Letra

Balada para o Argentino Permanente

Balada Para El Argentino Permanente

Hoje todo o fogo na cidadeHoy todo el fuego en la ciudad
Parece iluminar as cúpulas que dormemParece iluminar las cúpulas que duermen
Aquela lua de Garay ainda assiste a ondaAquella luna de Garay aún vigila el olear
Que as areias picamQue las arenas muerde

O céu pesa no grande jacarandáEl cielo pesa sobre el gran jacarandá
Isso vai segurar a abóbada violetaQue sostendrá la bóveda violeta
Levante seus braços magros até você dar maisAlza sus brazos flacos hasta no dar más
E vai chorar flores na calçadaY llorará flores en la vereda

E o rio da baía e largo como um marY el río zaino y ancho como un mar
Isso enredado nos mastros traráQue enredada en los mástiles traerá
A canção interiorLa canción interior
Melodia que não fazMelodía que no
O pardal ainda não sabe quem está aquiEl gorrión aún no sabe quién es aquí

Oh, Buenos Aires!¡Ay, Buenos Aires!
Eu canto para você sem um motivoTe canto sin una razón
Gigante tenraTierno gigante
Isso será um longo adeus?¿Será éste un larguísimo adiós?

As pedras de pavimentação, as telhas e o corredorLos adoquines, las baldosas y el zaguán
Garrafas e um pouco de terraBotellas y un pedacito de tierra
As bocas que vão vomitar o sangue negro para o marLas bocas que vomitarán la negra sangre al mar
E suas veias vão engordarY engordarán tus venas

Caminhos que estão indo emboraJardines de senderos que se van
Toda a cidade é incendiadaSe prende fuego toda la ciudad
Eu reconheço sua vozReconozco tu voz
Com a paz interiorCon la paz interior
O pardal ainda não sabe quem está aquiEl gorrión aún no sabe quién es aquí

Oh, Buenos Aires!¡Ay, Buenos Aires!
Sua angústia feita carne sou euTu angustia hecha carne soy yo
Gigante tenraTierno gigante
Isso será um longo adeus?¿Será éste un larguísimo adiós?

Acenda as lâmpadasEnciendan los candiles
Que um vento de cisternas cairáQue un viento de aljibes caerá
Navios que ancoram, navios na primaveraLos buques que fondean, naves en primavera
Os versos que me negam a gentilezaLos versos que me niegan su bondad

Os pombos sabem o seu segredoLas palomas conocen tu secreto
E eles escondem quando voamY lo esconden al volar
Sua voz que não nos alcança, a pobreza íntimaTu voz que no nos llega, la íntima pobreza
A mãe do pampa não aguenta maisLa pampa madre ya no aguanta más

Oh, Buenos Aires!¡Ay, Buenos Aires!


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