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Sua resposta (Jorge Mlikota)

Nieves Cabral

Tu Respuesta (Jorge Mlikota)

Ayer tu nombre sin querer cruzo mí puerta
Que tu recuerdo al pasar dejó entreabierta
Se amontonaron a escuchar los viejos sueños
Cómo intentando descifrar una respuesta
Solo encontraron un amor cerrado
Por el candado de la indiferencia

Yo necesito de tu boca una propuesta
Porque ya es hora de intentar saldar las cuentas
Ya no me sirve acumular palabras huecas
Tan solo espero de este amor cosas concretas
A las palabras se las lleva el viento
Y el viento vive siempre dando vueltas

Quiero saber si he de contar contigo
Por si decido redoblar la apuesta
Quiero saber si solo fue un delirio
Un desatino de nuestra inconciencia
Porque de pronto para ir por todo
Yo necesito solo tu respuesta

Las ilusiones de este amor siguen despiertas
Y no hay manera de acallarles la conciencia
Cuando en penumbras alucino con tu nombre
Y este silencio despiadado me responde
Pero en la noche tu recuerdo se hace lumbre
Porque extrañarte aquí en mí piel se hizo costumbre

A veces pienso que el amor es una hoguera
Que nos deslumbra en su fulgor y que nos ciega
Es el instinto por vivir quien nos condena
A este martirio de sentir fuego en las venas
Y aunque el puñal de la traición nos duela
Uno tropieza con la misma piedra

Sua resposta (Jorge Mlikota)

Ontem seu nome inadvertidamente cruzou minha porta
Que sua memória ao passar entreaberta
Eles se amontoaram para ouvir velhos sonhos
Como tentar decifrar uma resposta
Eles só encontraram um amor fechado
Pelo cadeado da indiferença

Eu preciso de uma proposta da sua boca
Porque é hora de tentar liquidar as contas
Acumular palavras vazias não me serve mais
Eu só espero coisas concretas desse amor
Palavras são tomadas pelo vento
E o vento sempre vive girando

Quero saber se tenho que contar com você
Caso decida dobrar a aposta
Eu quero saber se foi apenas uma ilusão
Um erro da nossa inconsciência
Porque de repente ir para tudo
Eu só preciso da sua resposta

As ilusões desse amor ainda estão acordadas
E não há como silenciar sua consciência
Quando na escuridão eu alucino com seu nome
E esse silêncio cruel me responde
Mas à noite sua memória se torna uma luz
Porque sentir sua falta aqui na minha pele se tornou um hábito

Às vezes acho que o amor é uma fogueira
Isso nos deslumbra em seu brilho e nos cega
É o instinto de viver que nos condena
Para este martírio de sentir fogo em suas veias
E embora o punhal da traição nos machuque
Você tropeça na mesma pedra

Composição: Jorge Mlikota