Tragedians
bark! we are the tragedians, we mach abreast,
onward to our inmost, forever exploring the heavens to claw at carrion,
to cloth our hearts in thorns and our wounds in robes of salt.
tearful darkness, me! for yours is an inmost of scarlet tears,
and likewise is mine of mournful origin was the herald of the sun,
as its marrow drowned in us, the hordes of pain,
laughing within the flames of a veiled and fevered tale,
but ashore the threshold to our very own tragedies
our eyes cannot move the firmament of grievance,
holding the essence of all naked limbs,
so sore but yet heading for other tales
from the blazing valleys in our midst...
Tragédias
latido! somos os tragédios, marchamos lado a lado,
seguindo para o nosso íntimo, explorando os céus para arranhar a carniça,
para vestir nossos corações com espinhos e nossas feridas com mantos de sal.
triste escuridão, eu! pois o seu é um íntimo de lágrimas escarlates,
e o meu também é de origem dolorosa, foi o arauto do sol,
como sua medula se afogou em nós, as hordas da dor,
rindo dentro das chamas de um conto velado e febril,
mas à beira do limiar de nossas próprias tragédias
nossos olhos não conseguem mover o firmamento da queixa,
segurando a essência de todos os membros nus,
tão dolorido, mas ainda assim indo em direção a outras histórias
vindas dos vales ardentes em nosso meio...
Composição: Night in Gales