Epitaph On a Friend
Oh! friend! for ever lov'd for ever dear!
What fruitless tears have bath'd thy honour'd bier!
What sighs re-echo'd to thy parting breath,
While thou wast struggling in the pangs of death!
Could tears retard the tyrant in his course;
Could sighs avert his dart's relentless force;
Could youth and virtue claim a short delay,
Or beauty charm the spectre from his prey;
Thou still had'st lived, to bless my aching sight,
Thy comrade's honour, and thy friend's delight,
If, yet, thy gentle spirit hover nigh
The spot, where now thy mould'ring ashes lie,
Here, wilt thou read, recorded on my heart,
A grief too deep to trust the sculptor's art.
No marble marks thy couch of lowly sleep,
But living statues, there, are seen to weep;
Affliction's semblance bends not o'er thy tomb,
Affliction's self deplores thy youthful doom.
What though thy sire lament his failing line.
A father's sorrows cannot equal mine!
Though none, like thee, his dying hour will cheer,
Yet other offspring soothe his anguish here:
But. who with me shall hold thy former place ?
Thine image, what new friendship can efface ?
Ah! none! a father's tears will cease to flow,
Time will assuage an infant brother's woe;
To all. save one, is consolation known,
While solitary friendship sighs alone
Epitáfio a um Amigo
Oh! amigo! para sempre amado, para sempre querido!
Que lágrimas infrutíferas banharam teu leito honrado!
Que suspiros ecoaram até teu último suspiro,
Enquanto lutavas nas dores da morte!
Se lágrimas pudessem retardar o tirano em seu curso;
Se suspiros pudessem desviar a força implacável de sua flecha;
Se juventude e virtude pudessem reivindicar um breve atraso,
Ou a beleza encantasse o espectro de sua presa;
Tu ainda viverias, para abençoar minha visão dolorida,
A honra do teu camarada, e o deleite do teu amigo,
Se, ainda, teu espírito gentil pairar por perto
Do lugar onde agora tuas cinzas se desintegram,
Aqui, lerás, registrado em meu coração,
Uma dor profunda demais para confiar na arte do escultor.
Nenhum mármore marca teu leito de sono humilde,
Mas estátuas vivas, ali, são vistas a chorar;
A aparência da aflição não se curva sobre teu túmulo,
A própria aflição lamenta teu destino juvenil.
E o que importa se teu pai lamenta sua linhagem em declínio?
As dores de um pai não podem se igualar às minhas!
Embora ninguém, como tu, alegre sua hora final,
Outros filhos aliviam sua angústia aqui:
Mas, quem comigo ocupará teu lugar anterior?
Teu retrato, que nova amizade pode apagar?
Ah! ninguém! As lágrimas de um pai cessarão de fluir,
O tempo aliviará a dor de um irmão pequeno;
Para todos, exceto um, é conhecida a consolação,
Enquanto a amizade solitária suspira sozinha.