Russian River
Just like a Russian river
You're so hard to forget
Didn't think anyone, anyone remembered
And to tell the truth I have no regrets.
I went out looking for adventure
Oh! Whatever, whatever could be found
Bound by my inheritance
To be buried in sacred ground.
On the outskirts of Moscow
The army turned back
Caught up in their destiny
By a thousand, a thousand tank-traps.
Oh, I put on my uniform
I put on my tank-top
There's nothing much that's been remembered
And there's even less that's been forgot.
You could say that I lost my soul
To the Baron's daughter over twenty years ago
An' I asked about her recently
I was told she paints pictures in her French home.
Who pays for your paintbrushes, honey?
Who pays for all, all the paints you use?
Yea, who, who buys your canvases
And the things that keep you amused?
Yea, just like that Russian river
You're so hard, so hard to forget
And on the edge of Moscow
Yea, to tell the truth, darling, I have no regrets.
Who pays for your paintbrushes, honey?
Who keeps you warm on nights like these?
Who pays for all the paints you paint with?
Who keeps you safe from disease?
Rio Russo
Assim como um rio russo
É tão difícil de esquecer
Não pensei que alguém, alguém se lembrasse
E pra falar a verdade, não tenho arrependimentos.
Saí em busca de aventura
Oh! Seja lá o que for, o que puder encontrar
Amarrado à minha herança
Pra ser enterrado em solo sagrado.
Na periferia de Moscou
O exército recuou
Pegos em seu destino
Por mil, mil armadilhas de tanque.
Oh, eu vesti meu uniforme
Coloquei minha regata
Não há muito que tenha sido lembrado
E há ainda menos que tenha sido esquecido.
Você poderia dizer que perdi minha alma
Para a filha do Barão há mais de vinte anos
E perguntei sobre ela recentemente
Disseram que ela pinta quadros em sua casa na França.
Quem paga suas pincéis, querida?
Quem paga todas, todas as tintas que você usa?
É, quem, quem compra suas telas
E as coisas que te divertem?
É, assim como aquele rio russo
É tão difícil, tão difícil de esquecer
E na beira de Moscou
É, pra falar a verdade, querida, não tenho arrependimentos.
Quem paga suas pincéis, querida?
Quem te mantém aquecida em noites como essas?
Quem paga todas as tintas com que você pinta?
Quem te protege de doenças?