The Dark Path
I am alone now,
only memories remain,
condemned to mourn,
darkness has entered my soul,
I knew it would happend,
living in my blindness,
unable to face this tragic,
destiny,
death is real,
death is real.
These visions forever haunting me,
a dying beuty in the snow,
no more will she suffer,
her life was withering away.
And so she left,
embracing the eternal eclipse.
Dying eyes,
this tragic,
dimension,
so dark,
so desolate,
I need,
help.
An endless path I walk upon,
through an obscure forest,
a world of dismal shadows,
silently watching me.
Unaware of my everlasting grief,
embracing me with coldness,
shall I forever suffer,
will I ever see light again.
Unaware of my,
everlasting grief,
embracing me,
with coldness,
shall I,
forever suffer,
will I ever,
see light again,
will I ever,
see light again,
no.
Bleeding within a darkened soul,
poisoned and devastated,
under the weeping moon,
my knees in the snow,
praying to the ancient ones,
show me the path,
give me wisdom and strength,
take me out of my misery.
I need to find a way out,
this labyrint of doom,
I feel it's walls closing in,
my time has come,
why don't they answer my prayers?
have they abandoned me?
forever condemned to obscurity,
as I fall lifeless to the ground,
lifeless to the ground.
O Caminho Sombrio
Estou sozinho agora,
só lembranças restam,
condenado a lamentar,
a escuridão entrou na minha alma,
eu sabia que isso ia acontecer,
vivendo na minha cegueira,
incapaz de enfrentar esse trágico,
destino,
a morte é real,
a morte é real.
Essas visões me assombram para sempre,
uma beleza morrendo na neve,
não mais ela sofrerá,
sua vida estava murchando.
E assim ela partiu,
abraçando o eclipse eterno.
Olhos morrendo,
essa trágica,
dimensão,
tão escura,
tão desolada,
eu preciso,
de ajuda.
Um caminho sem fim que caminho,
por uma floresta obscura,
um mundo de sombras sombrias,
silenciosamente me observando.
Inconsciente da minha dor eterna,
me abraçando com frieza,
será que eu vou sofrer para sempre,
vou ver a luz de novo?
Inconsciente da minha,
dor eterna,
me abraçando,
com frieza,
será que eu,
vou sofrer para sempre,
vou eu,
ver a luz de novo,
vou eu,
ver a luz de novo,
não.
Sangrando dentro de uma alma escurecida,
venenado e devastado,
sob a lua chorosa,
meus joelhos na neve,
rezando para os antigos,
mostre-me o caminho,
dê-me sabedoria e força,
me tire da minha miséria.
Eu preciso encontrar uma saída,
este labirinto de desgraça,
eu sinto suas paredes se fechando,
minha hora chegou,
por que eles não respondem minhas orações?
eles me abandonaram?
condenado para sempre à obscuridade,
quando eu cair sem vida no chão,
sin vida no chão.