Tela e' Araña
Son las dos, no sé cómo llegué hasta tu calle
Mi coche apagado frente a tu portal
Tu ventana encendida, tu sombra que se mueve
Y mi dedo temblando sobre tu número otra vez
Me juré mil veces que ya no volvería
Y aquí estoy, cobarde, muriéndome de tu falta
Sé que eres veneno, que me vas a matar
Pero prefiero tu abrazo a mi libertad
Tela es araña, me tejes y no puedo escapar
Sé que me atrapas pero me dejo enredar
Tela es araña, tu boca es la trampa mortal
Yo, mosca perdida, volando hacia mi final
Me tienes preso en el hilo de tu querer
Y aunque sé que me devoras, te vuelvo a caer
Guardo tu perfume en el cuello de mi camisa
Respiro tu recuerdo y se me va la cordura
Subo hasta tu piso, me quedo en la escalera
Con la mano en tu timbre y el orgullo por el suelo
Una parte me grita corre, sálvate, escapa
Y la otra ya golpea la puerta de tu casa
Tela es araña, me tejes y no puedo escapar
Sé que me atrapas pero me dejo enredar
Tela es araña, tu boca es la trampa mortal
Yo, mosca perdida, volando hacia mi final
Me tienes preso en el hilo de tu querer
Y aunque sé que me devoras, te vuelvo a caer
Y me quedo ahí parado, frente a tu puerta cerrada
Escuchando otra voz de hombre dentro, riéndose contigo
Bajo las escaleras con el alma hecha pedazos
Me subo al coche, arranco Pero mañana vuelvo igual
Tela es araña, sé que me vas a matar
Y aun así, mi vida, no me sé soltar
Tela es araña, condéname otra vez
Que soy tuyo hasta en la trampa de tu piel
Teia de Aranha
São duas horas, não sei como cheguei até sua rua
Meu carro parado em frente ao seu portão
Sua janela acesa, sua sombra se movendo
E meu dedo tremendo sobre seu número de novo
Jurei mil vezes que não voltaria mais
E aqui estou, covarde, morrendo pela sua falta
Sei que você é veneno, que vai me matar
Mas prefiro seu abraço à minha liberdade
Teia é aranha, você me tece e não consigo escapar
Sei que me pega, mas me deixo enredar
Teia é aranha, sua boca é a armadilha mortal
Eu, mosca perdida, voando em direção ao meu fim
Você me tem preso no fio do seu querer
E mesmo sabendo que me devora, volto a cair
Guardo seu perfume no colarinho da minha camisa
Respiro sua lembrança e perco a razão
Subo até seu andar, fico na escada
Com a mão no seu interfone e o orgulho no chão
Uma parte de mim grita corre, se salva, escapa
E a outra já bate na porta da sua casa
Teia é aranha, você me tece e não consigo escapar
Sei que me pega, mas me deixo enredar
Teia é aranha, sua boca é a armadilha mortal
Eu, mosca perdida, voando em direção ao meu fim
Você me tem preso no fio do seu querer
E mesmo sabendo que me devora, volto a cair
E fico parado aí, em frente à sua porta fechada
Ouvindo outra voz de homem lá dentro, rindo com você
Desço as escadas com a alma em pedaços
Entro no carro, arranco, mas amanhã volto igual
Teia é aranha, sei que vai me matar
E mesmo assim, minha vida, não consigo me soltar
Teia é aranha, condene-me mais uma vez
Pois sou seu até na armadilha da sua pele