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Spiele mir ein Frühlingslied am Friedhofstor
Nocte Obducta
Toque-me uma Canção de Primavera na Porta do Cemitério
Spiele mir ein Frühlingslied am Friedhofstor
Vocês achavam que, quando nos trataram com tantas boas palavrasIhr glaubtet wohl, als man uns mit viel gutem Wort bedachte
Nós teríamos esquecido a vergonha, a raiva, o ódio, a fúria...Da hätten wir den Schmach, den Zorn, den Hass, die Wut vergessen...
Vocês achavam que, quando nos trouxeram vinho doce e frutasIhr glaubtet wohl, als man uns süßen Wein und Früchte brachte
Nós teríamos nos deixado cegar como o povo rastejante...Da hätten wir verblendet wie das Kriechervolk gefressen...
Na poeira!In den Staub!
E todas as mentiras devem ser suas últimas palavrasUnd all die Lügen sollen eure letzten Worte sein
Na poeira!In den Staub!
Nesta cripta escura, eu depositei todos os sonhosIn dieser dunklen Krypta legte einst ich alle Träume nieder
Eles guardavam carne e sangue por mais do que apenas histórias, cançõesSie bargen Fleisch und Blut für mehr als nur Geschichten, Lieder
Mas arte e sonhos já são há muito a comida para as massas cegasDoch Kunst und Träume sind schon längst der Fraß für blinde Massen
Sob nossos sinais, eles vivem por tudo que odiamosUnter unsren Zeichen leben sie für alles was wir hassen
Nesta cripta escura, a fé no mundo está enterradaIn dieser dunklen Krypta liegt der Glaube an die Welt begraben
Eles se agarram, babando, ao que amamos, para se saciarSie grapschen geifernd, sich an dem, was wir geliebt, zu laben
Eles babam versos sombrios, profanam cada verdadeiro sonhoSie sabbern dunkle Verse, schänden jeden wahren Traum
Acorda, crepúsculo da forca, amarre-os em cada árvore...Galgendämmerung erwache, knüpfe sie an jeden Baum...
Nesta cripta escura, permaneceremos em silenciosa iraIn dieser dunklen Krypta werden wir in stillem Zorn verweilen
Não nos torturando mais, para curar o mal dos outrosUns nicht weiter schindend, um das Übel anderer zu heilen
Felizes, pois nada nos prende aqui além da própria vontadeGlücklich, dass uns nichts als nur der eig'ne Wille hierhin bindet
E a esperança permanece, que só quem busca com honestidade nos encontraUnd die Hoffnung bleibt, dass nur wer ehrlich sucht, uns findet
A ferrugem se alimenta do frio portão de ferro do antigo jardim de lápidesRost labt sich am kalten Eisentor des alten Grabsteingartens
Véus sobre teias de aranha abandonadas vestem árvores espinhosasSchleier vor verlass'nen Spinnennetzen kleiden Dornenbäume
O orvalho dos campos de túmulos se fixa na seda pegajosaTau von Gräberfeldern setzt sich in die klebrig weiche Seide
Frutos sombrios caem pesadamente sobre o musgo, semeando sonhos ruins nas raízesDunkle Frucht fällt dumpf auf Moos, sät bei den Wurzeln üble Träume
Apenas um fraco brilho de névoa o nebuloso luar perdeuNur ein schwaches Nebelleuchten hat der dunst'ge Mond verloren
Catedrais de rocha se erguem grosseiramente e sem brilhoFelsenkathedralen ragen grob und ohne Glanz empor
A hera devora as luzes dos mortos, estrangula as cruzes, cobre os túmulosEfeu frisst die Totenlichter, würgt die Kreuze, deckt die Gräber
Encontre-me e toque-me uma canção de primavera na porta do cemitérioFinde mich und spiele mir ein Frühlingslied am Friedhofstor



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