Lunar Innuendo
What have I become, what remains of me;
The feeble light of dawn, scorching my skin
Cast! Cast your gaze away, there's nothing here to see
A crumbling ruin of hopes, a rotting pile of dreams
Like a stalking hawk, that looks the prey in pride
My watchtower solid stood, in Black Adamantine
The moon did answer true, my oathing for the night
Everlasting duty, unaltered in time
Oh, spinning wheel of fate
Each man's soul is put to blade
Put to the test
For the wicked, there's no rest
"You knew what I was, you see what I am
Change me... change me"
Now I crawl in the ruins of what was my life
Drowned in my blood, I thrive in my strife
The roaring God's thunder, its echoes still
My throne has become my burial mound
Slain by the arrow, a pawn sacrificed
Not dead, but the chasm to life is so wide
Forgotten, betrayed, disgraced and unhallowed
I wait for the end of a season so shallow
My essence is trapped in the midworld of dreams
A nightmare existence, the multiverse grims
A silent observer I watch from above
The feast of the worms, and my skeleton mould
So, drink the red liquor from chalices raised
A toast to the ones that were stricken by fate
Even though from my birth I was doomed to this fall
Lord, I am awaiting to answer your call…
Innuendo Lunar
O que me tornei, o que resta de mim;
A fraca luz da aurora, queimando minha pele
Desvie! Desvie seu olhar, não há nada pra ver aqui
Uma ruína em colapso de esperanças, um monte podre de sonhos
Como uma águia à espreita, que observa a presa com orgulho
Minha torre de vigia firme ficou, em Adamantina Negra
A lua respondeu de verdade, meu juramento pela noite
Dever eterno, imutável no tempo
Oh, roda giratória do destino
A alma de cada homem é colocada à prova
Colocada à prova
Para os ímpios, não há descanso
"Você sabia quem eu era, vê o que sou
Mude-me... mude-me"
Agora eu rastejo nas ruínas do que foi minha vida
Afogado no meu sangue, eu prospero na minha luta
O trovão do Deus rugindo, seus ecos ainda
Meu trono se tornou meu monte de sepultamento
Morto pela flecha, um peão sacrificado
Não morto, mas o abismo para a vida é tão largo
Esquecido, traído, desonrado e profano
Eu espero pelo fim de uma estação tão rasa
Minha essência está presa no mundo intermediário dos sonhos
Uma existência de pesadelo, o multiverso sombrio
Um observador silencioso, eu assisto de cima
A festa dos vermes, e meu esqueleto moldado
Então, beba o licor vermelho de cálices erguidos
Um brinde àqueles que foram atingidos pelo destino
Mesmo que desde meu nascimento eu estivesse condenado a essa queda
Senhor, estou aguardando para responder ao seu chamado…