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Terra dos Espelhos

Noctes

Mirrorland

As Diamonds scattered in the dark, from the black side of the maleficent glass
Nocturnal eyes reflects in me-the Mirrorland
Spellbinding whispers, enticing songs of Sirens, to the rythym of my enraptured heart
so the blood pounds ragint through my veins, to the prepetual pulse of dark
Now ice-cold fingers ticks my flesh, like frozen caresses by the dead
When the final corperal breath within my lungs I breathe with ease

So close the door behind my back-unmask reality
Reveal the secrets of thy heart-oh Mirrorland
In thy embrace, I shall not fear, though the temporal tempt will never blind me here
Into thy open arms, thy chaperon warmth, my disguise will fall.

From the heaving darkness i behold, myself on the other side of the glass
In flesh and blood, an empty shell of memories
As a statue fazing back at me, a photographic mirage
A reflection of me still in his hollow eyes, frozen in time

I turn my head and walk away, throughout my darkned inner maze
Through veils of memories and dreams, frozen to ice inside of me
But as I walk this narrow path, I see that everything is glass
Like mirrorwals surrounding me I can not flee!

Thick fluid fog, fused with the dark, as vreils of blackened diabloic art
with mailicious strength, as an entity, as an invisible noose, it tries to strangle me

So warm , the embalming caress through my skin, and withering body
Snuffed by the flickering fingers of death, A bloodtasting gust of graven aroma
sweet upon my lips-(as I taste)-the other side

The kiss of death, like poison through my veins every breath like claws inside of me
In the living shades a face appears, I can not move, but my gaze is crystal-clear
A grin upon his bloodless lips reflects within the darkness of my eyes

Through doors, where behind the unknown hides
searching places to the puzzle of my life
Through the black meanders of my mind, through dreams and time
Forever more my soul will crawl, within trhe corners of mirrorwalls
Trying to flee, to escape from dark, but I am trapped within the endless halls

I walk away from my reflection, but the shadow of me has engraved itselff on the glass
Etched in the black secret side of the door to the unknown, inside dreams
In Mirrorland-forever more.

Terra dos Espelhos

Diamantes espalhados na escuridão, do lado negro do vidro maléfico
Olhos noturnos refletem em mim - a Terra dos Espelhos
Sussurros hipnotizantes, canções sedutoras das Sereias, ao ritmo do meu coração enfeitiçado
Então o sangue pulsa frenético nas minhas veias, ao pulso perpétuo do escuro
Agora dedos gelados tocam minha pele, como carícias congeladas dos mortos
Quando o último suspiro corporal dentro dos meus pulmões eu respiro com facilidade

Então feche a porta atrás de mim - desmascare a realidade
Revele os segredos do teu coração - oh Terra dos Espelhos
Em teu abraço, não temerei, embora a tentação temporal nunca me cega aqui
Nos teus braços abertos, teu calor protetor, meu disfarce cairá.

Da escuridão ofegante eu contemplo, a mim mesmo do outro lado do vidro
Em carne e osso, uma concha vazia de memórias
Como uma estátua me encarando, uma miragem fotográfica
Um reflexo de mim ainda em seus olhos ocos, congelado no tempo

Eu viro a cabeça e me afasto, através do meu labirinto interno escurecido
Através de véus de memórias e sonhos, congelados em gelo dentro de mim
Mas enquanto caminho por este caminho estreito, vejo que tudo é vidro
Como paredes espelhadas ao meu redor, não posso fugir!

Névoa densa e fluida, fundida com o escuro, como véus de arte diabólica negra
Com força maliciosa, como uma entidade, como um laço invisível, tenta me estrangular

Tão quente, a carícia embalsamadora pela minha pele, e corpo murchando
Extinta pelos dedos tremulantes da morte, uma rajada de aroma de sepultura
Doce sobre meus lábios - (enquanto eu saboreio) - o outro lado

O beijo da morte, como veneno nas minhas veias, cada respiração como garras dentro de mim
Nas sombras vivas, um rosto aparece, não posso me mover, mas meu olhar é cristalino
Um sorriso em seus lábios sem sangue reflete na escuridão dos meus olhos

Através de portas, onde o desconhecido se esconde
Buscando lugares para o quebra-cabeça da minha vida
Através dos meandros negros da minha mente, através de sonhos e tempo
Para sempre minha alma rastejará, dentro dos cantos das paredes espelhadas
Tentando fugir, escapar do escuro, mas estou preso nos corredores sem fim

Eu me afasto do meu reflexo, mas a sombra de mim se gravou no vidro
Gravada no lado negro secreto da porta para o desconhecido, dentro dos sonhos
Na Terra dos Espelhos - para sempre.

Composição: