Persephone
Fingers cold as ice to strangle as together we lay in our deadly embrace
The winternight fullmoon proclaims our marriage, our funeral romance under the shadow of death
Behind her smile, within her body they crawl, maggots feasts upon her
My bride now to be, as with her rotting lips, a venomous kiss she gives me
As lovers we lay, while the darkness we sway
United in death in our deadly embrace, in hedonic disgrace
As silhouettes wrapped in somniferous plague
I desire for thee, oh pestiferous queen, amorous bride in lustfilled sensuous dreams
Together with thee in phantasmagorian sleep
A field of unknown pleasures, fruits of passion for us to reap
An erotic tragedy
Symphonic memorial requiem, as whispering tones to our grave
An orchestral ode us to welcome, to Hades domains of the dead
By darkness caught in its smothering snare
Lifeless we lay under the corpsecandle flare
But the fire still burns in our hearts
Persephone
I crave for thee as I, slowly dies
Like poetry, thy whispers in my mind
Forever to dream under the cloak of time
Like visionaries of the dark we merge, together to explore
Our passion, hidden, from the depths of our hearts, now to reveal our sacred love
As lovers we lay in graven glare, by ambrosia drunk in somniferous atmosphere
Behind her smile, within her body they crawl, maggots feast upon her
My bride now to be, as with her rotten lips, a venomous kiss she gives me
As lovers we lay, while the darkness we sway
United in death in our deadly embrace, in hedonic disgrace
As silhouettes wrapped in somniferous plague
I desire for thee, oh pestiferous queen, amorous bride in lustfilled sensuous dreams
Together with thee in phantasmagorian sleep
A field of unknown pleasures, fruits of passion for us to reap
An erotic tragedy
As moonlight spreads its ablazing gaze upon the realms of Hades
Frozen in a raptured embrace as sculptured art of frost, as one, accreted in our death we lay
Her face is pale as wintersnow, her body is numb and bloodless
Perséfone
Dedos frios como gelo para estrangular enquanto juntos deitamos em nosso abraço mortal
A lua cheia da noite de inverno proclama nosso casamento, nosso romance fúnebre sob a sombra da morte
Atrás de seu sorriso, dentro de seu corpo eles rastejam, vermes se banquetam nela
Minha noiva a ser, com seus lábios podres, um beijo venenoso ela me dá
Como amantes deitamos, enquanto na escuridão balançamos
Unidos na morte em nosso abraço mortal, em desgraça hedônica
Como silhuetas envoltas em praga sonífera
Eu desejo por ti, ó rainha pestilenta, noiva amorosa em sonhos sensuais cheios de luxúria
Juntos contigo em sono fantasmagórico
Um campo de prazeres desconhecidos, frutos da paixão para nós colher
Uma tragédia erótica
Requiem memorial sinfônico, como tons sussurrantes para nosso túmulo
Uma ode orquestral para nos receber, nos domínios de Hades, dos mortos
Pela escuridão presa em sua armadilha sufocante
Sem vida deitamos sob o brilho da vela de cadáver
Mas o fogo ainda arde em nossos corações
Perséfone
Eu anseio por ti enquanto eu, lentamente morro
Como poesia, teus sussurros em minha mente
Para sempre sonhar sob o manto do tempo
Como visionários das trevas nos fundimos, juntos para explorar
Nossa paixão, oculta, das profundezas de nossos corações, agora para revelar nosso amor sagrado
Como amantes deitamos no brilho da sepultura, embriagados em atmosfera sonífera de ambrosia
Atrás de seu sorriso, dentro de seu corpo eles rastejam, vermes se banquetam nela
Minha noiva a ser, com seus lábios podres, um beijo venenoso ela me dá
Como amantes deitamos, enquanto na escuridão balançamos
Unidos na morte em nosso abraço mortal, em desgraça hedônica
Como silhuetas envoltas em praga sonífera
Eu desejo por ti, ó rainha pestilenta, noiva amorosa em sonhos sensuais cheios de luxúria
Juntos contigo em sono fantasmagórico
Um campo de prazeres desconhecidos, frutos da paixão para nós colher
Uma tragédia erótica
Enquanto a luz da lua espalha seu olhar abrasador sobre os reinos de Hades
Congelados em um abraço extasiado como arte esculpida de gelo, como um, acumulados em nossa morte deitamos
Seu rosto é pálido como a neve do inverno, seu corpo está dormente e sem sangue