De Profundis Clamavi
Laughter, in every corner, the devil smiles within me
Creeping shadows, hungry eyes, thirsty claws from dreams torn free
A spectral masquerade, in eerie veils of dark, the ghosts are gathered in a fleshless Danse Macabre
Silent whispers - the beast approaches - an itching breath upon my naked skin
Monstrum horrendum, informe, ingeus, cui lumen ademptum
Demon claws streched out for me…
But when I close my eyes it disappears
I'm still alone within myself
Oremus!
Munda cor meum ac labia mea
"The void is dark and so is thee"
Behind the mask of weeping stars, a black and bloodless heart, behind the shield of mirrorglass
With broken wings in the dust they crawl, the angels feathered in dark, as dying slaves of a withering god
A voice to strangle me, like dead fingers upon my throat…
"Obey me! Let me sculpture thy flesh to reflect my dreams, purge thy blood to be, from death and darkness - forever free"
I close my eyes to fall asleep, within the dust of blood and shattered memories
Another dream… De profundis clamavi…
Das Profundezas Clamei
Risos, em cada canto, o diabo sorri dentro de mim
Sombras rastejantes, olhos famintos, garras sedentas de sonhos despedaçados
Uma masquerade espectral, em véus sombrios, os fantasmas se reúnem em uma Dança Macabra sem carne
Sussurros silenciosos - a besta se aproxima - um hálito coçando sobre minha pele nua
Monstrum horrendum, informe, ingeus, cui lumen ademptum
Garras demoníacas estendidas para mim…
Mas quando fecho os olhos, isso desaparece
Ainda estou sozinho dentro de mim
Oremus!
Munda cor meum ac labia mea
"O vazio é escuro e assim és tu"
Atrás da máscara de estrelas chorosas, um coração negro e sem sangue, atrás do escudo de vidro espelhado
Com asas quebradas na poeira, eles rastejam, os anjos emplumados em trevas, como escravos moribundos de um deus murchando
Uma voz para me estrangular, como dedos mortos em minha garganta…
"Obedeça-me! Deixe-me esculpir tua carne para refletir meus sonhos, purgue teu sangue para ser, da morte e da escuridão - para sempre livre"
Fecho os olhos para adormecer, na poeira de sangue e memórias despedaçadas
Outro sonho… Das profundezas clamei…