Black Madonna
Black Madonna will come down for you
With open arms and a veil to hide her face
And Black Madonna will come down for you
And there is no sickness and there is no suffering
And there is no anguish and no anger that she cannot erase
You might see Black Madonna walking between the sheets of an angry day
Or you might see her smile a strange-sad smile as she steps out of your way
Or you might not see her at all
But she might be coming down for you
With her arms spread wide and her head on fire
'cause she sees you been down so long
There isn't a sin that you could make that she will not forgive
But oh, Black Madonna, I did not believe her beauty
I thought I did not need her mercy
I thought I did not need
Traded my belongings and my body
My memory and my mind
My center of gravity and my sense of direction
'til I woke up half an hour from the city
And realized I had lost all sense of the passage of time
So I don't know if it's been a day or a week or a year
All I know is I'm still here
And I always thought you'd lift me up
And you never did
What the fuck?
>>there isn't a sin that you could make
That she will not forgive
No there isn't a sin that you could make
In the ways that a stray must live
So what I wanna know is this
If you believe in everything fitting into a kind of place
If you believe that everything and everybody has a certain space they fit into-babies entering into a welcoming world in jubilant curls of star gazing wonder
And the sick yes even the sick just a shuffling into sleep's dark brother
And the sleepers in the sleet
The heaps in the street
Nestled under trestles for to get a little heat
And if the trestles watch over the sleepers
And if life ushers her lucky winners
Through fleshy gates to four star dinners
And if sleep ushers his population
To plug into the dream life radio station
And if thin souls whose bodies haven't wrecked them
Walk smoky streets that know and expect them
Then what I want to know is this-
What of strays who have turned their backs on the god of strays?
>>what of strays who've turned their backs
On the god of strays, yeah, what of them?
Oh Black Madonna I was thinking about the days that I spent with you
'cause now I doze and daze and drown
And cling to the wreckage of a sinking town
And I walk your dire streets in search of anything that's still pure
'cause I once thought you watched over me
But now I'm not so sure
Madona Negra
Madona Negra vai descer pra você
Com os braços abertos e um véu pra esconder seu rosto
E Madona Negra vai descer pra você
E não há doença e não há sofrimento
E não há angústia e nem raiva que ela não possa apagar
Você pode ver Madona Negra caminhando entre os lençóis de um dia bravo
Ou pode ver seu sorriso estranho e triste enquanto ela sai do seu caminho
Ou talvez você nem a veja
Mas ela pode estar descendo pra você
Com os braços abertos e a cabeça em chamas
Porque ela vê que você tá no fundo há tanto tempo
Não há pecado que você possa cometer que ela não vai perdoar
Mas oh, Madona Negra, eu não acreditei na sua beleza
Achei que não precisava da sua misericórdia
Achei que não precisava
Troquei meus bens e meu corpo
Minha memória e minha mente
Meu centro de gravidade e meu senso de direção
Até que acordei a meia hora da cidade
E percebi que tinha perdido todo o sentido do tempo
Então não sei se foi um dia ou uma semana ou um ano
Tudo que sei é que ainda estou aqui
E sempre pensei que você me levantaria
E você nunca fez
Que porra?
>>não há pecado que você possa cometer
Que ela não vai perdoar
Não, não há pecado que você possa cometer
Nas maneiras que um perdido deve viver
Então o que eu quero saber é isso
Se você acredita que tudo se encaixa em um certo lugar
Se você acredita que tudo e todos têm um espaço que ocupam-bebês entrando em um mundo acolhedor em cachos jubilantes de admiração estelar
E os doentes, sim, até os doentes, apenas se arrastando para o sono sombrio
E os sonhadores na neve
Os montes na rua
Aninhados sob as vigas pra conseguir um pouco de calor
E se as vigas vigiam os sonhadores
E se a vida conduz seus sortudos vencedores
Através de portões carnosos para jantares quatro estrelas
E se o sono conduz sua população
Pra sintonizar na estação de rádio da vida dos sonhos
E se almas finas cujos corpos não as destruíram
Caminham por ruas embaçadas que as conhecem e esperam
Então o que eu quero saber é isso-
E os perdidos que viraram as costas pro deus dos perdidos?
>>e os perdidos que viraram as costas
Pro deus dos perdidos, é, e quanto a eles?
Oh Madona Negra, eu estava pensando nos dias que passei com você
Porque agora eu cochilo e me perco e me afundo
E me agarro aos destroços de uma cidade afundando
E ando pelas suas ruas sombrias em busca de qualquer coisa que ainda seja pura
Porque uma vez pensei que você cuidava de mim
Mas agora não tenho tanta certeza