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Abade do Fogo (São Bernardo de Claraval)

Non Nobis Domine

Abbot of Fire (St. Bernard of Clairvaux)

Deus le veult! Deus le veult!
Par la croix, par l'épée, dieu nous appelle!
Clairvaux! Clairvaux!
Pour le Christ, en avant!

From noble blood to monk's hard bed
He chose the cross, not gold or thread
Entered citeaux in hunger and frost
To revive the faith the world had lost

Built clairvaux from forest stone
Prayer and labor, flesh to bone
Cistercian fire across the land
Monks rose up at his command

Not comfort
Not ease
But discipline
On bended knees

Stand, bernard of clairvaux!
Sword of spirit, lion of Christ
Burned corruption with holy fire
Faith, purity, war!
Not for empire, not for fame
But to glorify his name

The south was rotting in heretic lies
Cathar poison in demon disguise
They cursed the flesh, denied the cross
Mocked the sacraments, damned the lost

Infanticide, starvation rites
Marriage broken, darkness praised as light
Bernard marched with gospel flame
Exposed their fraud, shattered their claim

Truth confronted
Deceit undone
Light advanced
The war begun

Stand, bernard of clairvaux!
Hammer of heresy, breaker of chains
Christendom cleansed of cathar stains
Faith, purity, war!
False gospels burned by holy decree
Victory for orthodoxy

Popes and kings sought out his voice
Europe moved by bernard's choice
He raised the banner, called the knights
Second crusade, holy fight

Take the cross! The valleys roared
From rhine to France the armies poured
Not greed he preached, repentance first
Souls baptized before steel was burst

Not bloodlust
But holy vow
Sin must fall
Before God now

Stand, bernard of clairvaux!
Crusade preacher, shepherd of war
Europe rose at his roar
Faith, purity, war!
He crowned the sword with penance true
Christ commanded what men must do

Christus vincit! Christus regnat! Christus imperat!

Abbot of monks
Commander of souls

Mary's knight with burning tongue
Doctor mellifluus, honey and flame
He shaped the templars' holy code
Warriors bound by Christ's road

When death approached, Europe wept
A titan fell, but his fire was kept
Monasteries, crusades, theology
Still echo bernard's legacy

From cloister walls
To battlefields
His war still marches
Across the years

Stand, bernard of clairvaux!
Abbot of fire, saint of steel
Faith made weapon, prayer made shield
Faith, purity, war!
The cross still leads the righteous host
Against the lies we fight the most

Stand, bernard of clairvaux!
From forest cell to Europe's throne
Christendom built on his bones
Deus le veult! Deus le veult!
Until heresy is no more
We march as he swore

Deus le veult! Deus le veult!
Saint bernard nous conduit!
Pour le Christ roi!
Amen!

Abade do Fogo (São Bernardo de Claraval)

Deus quer! Deus quer!
Pela cruz, pela espada, Deus nos chama!
Claraval! Claraval!
Pelo Cristo, em frente!

De sangue nobre a leito de monge
Ele escolheu a cruz, não ouro ou pano
Entrou em Cister com fome e frio
Para reviver a fé que o mundo perdeu

Construiu Claraval com pedra da floresta
Oração e trabalho, carne e osso
Fogo cisterciense por toda a terra
Os monges se levantaram a seu comando

Não conforto
Não facilidade
Mas disciplina
De joelhos dobrados

Levante-se, Bernardo de Claraval!
Espada do espírito, leão de Cristo
Queimou a corrupção com fogo sagrado
Fé, pureza, guerra!
Não por império, não por fama
Mas para glorificar seu nome

O sul apodrecia em mentiras heréticas
Veneno cátaro disfarçado de demônio
Eles amaldiçoaram a carne, negaram a cruz
Zombaram dos sacramentos, condenaram os perdidos

Infanticídio, rituais de fome
Casamento quebrado, escuridão louvada como luz
Bernardo marchou com a chama do evangelho
Expondo sua fraude, destruindo sua pretensão

A verdade confrontou
A mentira desfeita
A luz avançou
A guerra começou

Levante-se, Bernardo de Claraval!
Martelo da heresia, quebrador de correntes
Cristandade limpa das manchas cátaras
Fé, pureza, guerra!
Evangelhos falsos queimados por decreto sagrado
Vitória para a ortodoxia

Papais e reis buscaram sua voz
A Europa movida pela escolha de Bernardo
Ele levantou a bandeira, chamou os cavaleiros
Segunda cruzada, luta sagrada

Pegue a cruz! Os vales rugiram
Do Reno à França, os exércitos se derramaram
Não avareza ele pregou, arrependimento primeiro
Almas batizadas antes que o aço fosse rompido

Não sede de sangue
Mas voto sagrado
O pecado deve cair
Diante de Deus agora

Levante-se, Bernardo de Claraval!
Pregador da cruzada, pastor da guerra
A Europa se levantou ao seu rugido
Fé, pureza, guerra!
Ele coroou a espada com verdadeira penitência
Cristo ordenou o que os homens devem fazer

Cristo vence! Cristo reina! Cristo impera!

Abade dos monges
Comandante das almas

Cavaleiro de Maria com língua ardente
Doutor melífluo, mel e chama
Ele moldou o código sagrado dos templários
Guerreiros ligados pelo caminho de Cristo

Quando a morte se aproximou, a Europa chorou
Um titã caiu, mas seu fogo foi mantido
Mosteiros, cruzadas, teologia
Ainda ecoam o legado de Bernardo

Das paredes do claustro
Para os campos de batalha
Sua guerra ainda marcha
Através dos anos

Levante-se, Bernardo de Claraval!
Abade do fogo, santo de aço
Fé feita arma, oração feita escudo
Fé, pureza, guerra!
A cruz ainda lidera o hoste justo
Contra as mentiras que mais lutamos

Levante-se, Bernardo de Claraval!
Da cela da floresta ao trono da Europa
Cristandade construída sobre seus ossos
Deus quer! Deus quer!
Até que a heresia não exista mais
Marchamos como ele jurou

Deus quer! Deus quer!
São Bernardo nos conduz!
Pelo Cristo Rei!
Amém!

Composição: Non Nobis Domine