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Esquecimento

Nornír

Vergessenheit

Auf offener Ebene streif ich umher
Meine Spuren verwehen im Wind
Vergessenheit breitet sich aus
Erinnerungen schwinden dahin

In die Enge getrieben vom bloßen sein
Der des Nichts treibt mich voran
Nicht zu rasten, niemals zu ruhen

Einen flüchtigen Blick werf ich zurück
Und alles verbleibt, wie es war
Neugeborene Leere
Die jeder Windstoß mit sich bringt

Die gleichen Geschichten wiederholt
Auf alten Steinen neu verfasst
In die Leere geschrieben
Von den Gezeiten verblasst

Weiter auf die Ebene, tiefer in die Schlucht
Nebel umhüllt Vergessenheit und alles Sein vergeht in Dunkelheit

Esquecimento

Pelas planícies eu ando a vagar
Minhas marcas se vão com o vento
O esquecimento se espalha
As memórias se dissipam

Apressado pela simples existência
O nada me empurra pra frente
Sem descansar, nunca parar

Um olhar fugaz eu lanço pra trás
E tudo permanece como estava
Um vazio recém-nascido
Que cada rajada de vento traz consigo

As mesmas histórias se repetem
Reescritas em pedras antigas
Escritas no vazio
Desvanecidas pelas marés

Seguindo pela planície, mais fundo no abismo
Névoa envolve o esquecimento e tudo se perde na escuridão