Dni Miecza (The Days of the Sword)
Dni pora¿ek przeminê³y
Czas pogardy odszed³ precz
Miecz wyci±gnij, miecz zwyciêstwa
Miecz co drogê wska¿e Ci
Miecz uka¿e dzi¶ potêgê
I co nowy da nam ¶wit
¦wit potêgi niepoleg³ej
Z najwspanialszych naszych dni
Mam go w gar¶ci, prawa miecz
Stal walecznych przodków mych
Mam go po to, by zab³ysn±³
Dla nas w chwale nowy ¶wit
Wierzê w Miecz
Co wyzwala gniew
Wierzê w Wojnê
Która ci±gle trwa
Wierzê w Krew
Co jednoczy nas
Wierzê w S³oñca Znak
Co pozwala trwaæ
Ju¿ nie ugnê siê
By wam oddaæ ¶wiat
Ju¿ nie pop³yn± ³zy
By u¶miech wasz zgas³
Ju¿ tu bêdê trwa³
By przywróciæ ³ad
Ju¿ podnios³em miecz
By was r±bn±æ w kark
I zatopiæ siê
W waszej ciep³ej krwi
Miecz dzi¶ czyni spustoszenie
W tych co byli przeciw nam
Przeciw wszystkim tym warto¶ciom
Które si³y daj± mi
Miecz przeleje wroga krew
Stal wykuta w dawnych dniach
Stal niez³omnej mej pamiêci
Miecz co zwróci dumê nam
Krwi po¿±dam
Krwi domagam siê dzi¶
Krwi rzek± p³yn±cej
Krwi wolno¶ci± pachn±cej
Kielich wznoszê dzi¶
Kielich pe³en krwi
Wznoszê toast
Za przysz³e lepsze dni
By urzeczywistniæ
O wolno¶ci sny
Sny do dzi¶
Ca³unem grubym zakryte
I nie straszny nam dzi¶ wrogów gniew
Miecz ten niszczy obc± moc
Stal wskazuje jak mam i¶æ
Do zwyciêstwa w lepszy czas
Krwi po¿±dam, krwi
Krwi tak ciep³ej
Krwi tak lepkiej
Krwi po¿±dam, krwi!
Os Dias da Espada
Os dias de derrotas passaram
O tempo de desprezo se foi
Erga a espada, espada da vitória
A espada que te mostrará o caminho
A espada mostrará hoje o poder
E o que o novo amanhecer nos dará
O amanhecer do poder indomável
Dos nossos dias mais grandiosos
Eu a tenho em mãos, a espada justa
A lâmina dos meus valentes antepassados
Eu a tenho para brilhar
Para nós, em um novo amanhecer de glória
Eu acredito na Espada
Que liberta a fúria
Eu acredito na Guerra
Que ainda persiste
Eu acredito no Sangue
Que nos une
Eu acredito no Sinal do Sol
Que nos permite resistir
Já não me curvarei
Para entregar o mundo a vocês
Já não derramarei lágrimas
Para que seu sorriso se apague
Já estarei aqui
Para restaurar a ordem
Já ergui a espada
Para golpeá-los na nuca
E me afundar
No seu sangue quente
A espada hoje faz estragos
Naqueles que estavam contra nós
Contra todos esses valores
Que me dão força
A espada derramará o sangue do inimigo
A lâmina forjada em dias antigos
A lâmina da minha memória inabalável
A espada que nos devolverá a dignidade
Sangue eu desejo
Sangue eu exijo hoje
Sangue que flui como um rio
Sangue que cheira a liberdade
Ergo o cálice hoje
Um cálice cheio de sangue
Faço um brinde
Por dias melhores que virão
Para concretizar
Os sonhos de liberdade
Sonhos que até hoje
Estão cobertos por um pesado manto
E não temos medo hoje da ira dos inimigos
Esta espada destrói o poder estrangeiro
A lâmina indica como devo andar
Para a vitória em tempos melhores
Sangue eu desejo, sangue
Sangue tão quente
Sangue tão pegajoso
Sangue eu desejo, sangue!