Forsaken
In the corner of sanity, amongst the shadows cast by moonlight
I saw him again lying like on that nocturnal day of winter
Without tears in his eyes, without beating heart he cried
A lonely soul staind with cold shadow of God's hand
Destroyed inside, lost in void, chained to endless damnation
Once with faith in this world, in "ultimate" word of God
Creation falls, wintered heart
You've stared into the abbys to see things that were forbidden
All he ever belived breaks like glass (now he comprehends)
He sees what he ment to be
Willingless puppet in malicious hands of the Creator
With all his grief, torn of what he was bound to
He lifts his eyes up to the heaven and screams "I hate you God!"
And there's no thunder, no cruel voice
Just na empty gaze of Christ watching you from the cross
In valley of death, where shadows crawl
Forsaken by stars above
He makes his way to eternal darkness
With no other place to go
Longing in everlasting grimness
Dried tree in the midst of nowhere...
Broken stick..
Dark and cold wasteland...
This place is dead
Emotions brought to gray dust
Just the crimson eye of hatred
burns lonely beneath the scorched sky
He's a being from nowhere, trapped in pain
Hell-like torment and far beyond
A grim demon, a spirit of exile
Flying slowly over sinister land
Abandonado
No canto da sanidade, entre as sombras lançadas pela luz da lua
Eu o vi de novo deitado como naquele dia noturno de inverno
Sem lágrimas nos olhos, sem coração pulsando, ele chorou
Uma alma solitária manchada pela fria sombra da mão de Deus
Destruído por dentro, perdido no vazio, preso a uma condenação sem fim
Uma vez com fé neste mundo, na "última" palavra de Deus
A criação cai, coração congelado
Você olhou para o abismo para ver coisas que eram proibidas
Tudo que ele acreditou se quebra como vidro (agora ele compreende)
Ele vê o que deveria ser
Puppet sem vontade nas mãos malignas do Criador
Com toda a sua dor, despedaçado do que estava preso
Ele levanta os olhos para o céu e grita "Eu te odeio, Deus!"
E não há trovão, nem voz cruel
Apenas um olhar vazio de Cristo te observando da cruz
No vale da morte, onde as sombras rastejam
Abandonado pelas estrelas acima
Ele segue seu caminho para a escuridão eterna
Sem outro lugar para ir
Ansiando na eterna escuridão
Árvore seca no meio do nada...
Cano quebrado...
Deserto escuro e frio...
Este lugar está morto
Emoções reduzidas a poeira cinza
Apenas o olho carmesim do ódio
que queima solitário sob o céu escaldante
Ele é um ser do nada, preso na dor
Tortura infernal e muito além
Um demônio sombrio, um espírito do exílio
Voando lentamente sobre a terra sinistra