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Ar

Nosta-L

Aire

Muero por dentro, pero bueno, luego vuelvo a tomar aire
Y es cuando vuelvo a mirar al cielo y el cielo se abre

Cayendo lento sin saber qué hacer

Construyo un panorama
Que esté lejos de disfraces

Cansado de las ansias
Ansío que se acaben

Prendiendo encendedores
Cuando la vela se apague

Un amigo se fue
Jamás volveré a mirarle

Mientras otros bastardos
Intentarán engañarme

El cielo es tan inmenso
Que quisiera ser el aire

Y flotar como las nubes
Hacer proceso, ¿sabes?

Todo es tan diferente
Que el sabor ya no me sabe

Escapando de todo
Porque yo no soy de nadie

Solo soy forajido
Un nómada perdido

Equilibrando el mundo
Con sus únicos sentidos

Música con vinilos
Y el pasado prendido

Pensando en lo que soy
A dónde voy, a dónde he ido

Muero por dentro, pero bueno, luego vuelvo a tomar aire

Y camino persiguiendo sueños
Que jamás atraje

No soy de vestir bien y mucho menos de usar trajes

Prefiero ser honesto
Aunque esto mal se acabe

No soy un prisionero
Porque en rap puedo escaparme

He amado a mil mujeres y ni una ha sabido amarme

Encontré alguna estrella que está lejos del camino

Todas las noches me habla
Y me hace sentir como un niño

La nostalgia se para
Y puedo ver aquel camino

Mis pies están cansados
De caminar sin sentido

Ojeras tras ojeras
Y un corazón confundido

Las ganas de perderme
Y no pensar más en lo mismo

Muero por dentro, pero bueno, luego vuelvo a tomar aire
Y escapo de este mundo sin saber dónde escaparme
Viajé de Júpiter a Marte

Y a veces creo que las cosas no me salen bien
Pero está bien, quizás todo cambiará
Solamente hace falta ver incluso más allá

A veces con los ojos cansados de pensar
Tantas cosas y poderlas imaginar

No, no, no, no sé a dónde voy y no sé a dónde van
Pero está bien, pero está bien, todo cambiará
A veces muero y otras veces vuelvo a soñar
Muero por dentro, pero luego vuelvo a tomar aquel aire, aire
Ray Bee sobre la base

Ar

Morro por dentro, mas tudo bem, depois volto a respirar
E é quando olho pro céu e ele se abre

Caindo devagar sem saber o que fazer

Construo um panorama
Que esteja longe de máscaras

Cansado das ansiedades
Desejo que elas acabem

Acendendo isqueiros
Quando a vela se apagar

Um amigo se foi
Nunca mais vou olhar pra ele

Enquanto outros filhos da mãe
Tentam me enganar

O céu é tão imenso
Que eu queria ser o ar

E flutuar como as nuvens
Fazer o processo, sabe?

Tudo é tão diferente
Que o sabor já não me agrada

Fugindo de tudo
Porque eu não sou de ninguém

Só sou um fora da lei
Um nômade perdido

Equilibrando o mundo
Com seus únicos sentidos

Música com vinis
E o passado aceso

Pensando no que sou
Pra onde vou, pra onde já fui

Morro por dentro, mas tudo bem, depois volto a respirar

E caminho perseguindo sonhos
Que nunca alcancei

Não sou de me vestir bem e muito menos de usar terno

Prefiro ser honesto
Mesmo que isso acabe mal

Não sou um prisioneiro
Porque no rap posso me libertar

Amei mil mulheres e nenhuma soube me amar

Encontrei uma estrela que está longe do caminho

Todas as noites ela fala comigo
E me faz sentir como uma criança

A nostalgia para
E eu consigo ver aquele caminho

Meus pés estão cansados
De andar sem sentido

Olheiras atrás de olheiras
E um coração confuso

A vontade de me perder
E não pensar mais na mesma coisa

Morro por dentro, mas tudo bem, depois volto a respirar
E escapo desse mundo sem saber pra onde ir
Viajei de Júpiter a Marte

E às vezes acho que as coisas não saem bem
Mas tudo bem, talvez tudo mude
Só é preciso olhar ainda mais além

Às vezes com os olhos cansados de pensar
Tantas coisas e poder imaginá-las

Não, não, não, não sei pra onde vou e não sei pra onde vão
Mas tudo bem, mas tudo bem, tudo mudará
Às vezes morro e outras vezes volto a sonhar
Morro por dentro, mas depois volto a respirar aquele ar, ar
Ray Bee sobre a batida

Composição: Nosta-L