14 de Abril de 2025, às 16:38
O DJ brasileiro Alok roubou a cena na Tenda Sahara do Coachella com um show que misturou tecnologia, dança e uma pergunta urgente: a inteligência artificial pode substituir a alma da arte?.
A apresentação, que contou com 50 dançarinos do grupo Urban Theory, foi um espetáculo visual que desafiou os limites entre humano e máquina — e deixou o público refletindo.
Em entrevista à Rolling Stone, Alok não economizou nas críticas ao avanço da IA nas artes: estamos discutindo como a inteligência artificial está dominando tudo, até a criação artística. Mas arte precisa de alma, e isso a máquina não tem.
A mensagem foi traduzida no palco: os dançarinos, vestidos como robôs futuristas, executaram coreografias precisas que mesclavam movimentos humanos e mecânicos, como se questionassem quem realmente puxava as rédeas da performance.
Além do debate tecno-filosófico, o show teve um momento verde: Alok incluiu uma representação de elementos naturais, como uma árvore gigante e ondas projetadas, ligando a arte à defesa do meio ambiente e dos povos indígenas — causas que ele abraça publicamente.
O DJ ainda aproveitou para reforçar a importância da união em tempos de mudança, destacando que a arte serve como ponte para conexão e reflexão.




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