Britney Spears vende direitos de seu catálogo musical em acordo milionário

Cantora fechou contrato com a editora Primary Wave, que passa a administrar as canções da artista.

Por Amana Dias

11 de Fevereiro de 2026, às 16:35


Britney Spears vendeu os direitos de seu catálogo musical para a editora independente Primary Wave em um acordo fechado no fim de 2025. Embora o valor não tenha sido divulgado oficialmente, fontes da indústria apontam que a negociação gira em torno de cifras semelhantes às de outros contratos recentes no mercado, que ultrapassam a casa das centenas de milhões de dólares.

A informação veio à tona por meio de veículos internacionais e marca mais um capítulo da tendência de grandes artistas negociarem os direitos de suas músicas com empresas especializadas na gestão de catálogos.

O que está incluído na venda

O acordo envolve os direitos autorais e de administração das músicas de Britney ao longo da carreira. Na prática, a Primary Wave passa a controlar a exploração comercial do catálogo, incluindo licenciamento para filmes, séries, publicidade, remixes e outros usos.

Também fazem parte da negociação os registros relacionados às obras, como arquivos, materiais de estúdio e documentos ligados ao gerenciamento do catálogo musical da artista.

Britney Spears
Britney Spears. Reprodução/Valerie Macon

Apesar da venda do catálogo, os direitos sobre a imagem e as redes sociais de Britney não fazem parte do acordo. O uso do nome da cantora pela editora fica restrito à promoção das músicas. Qualquer utilização da imagem da artista para outros fins depende de autorização específica.

Ou seja, a negociação se limita ao aspecto econômico e administrativo das canções, sem envolver a marca pessoal de Britney fora do contexto do catálogo musical.

Britney ainda pode cantar suas próprias músicas?

Sim. A venda dos direitos não impede que Britney Spears cante suas músicas. Em acordos desse tipo, o artista transfere os direitos patrimoniais das obras, mas continua livre para performá-las ao vivo, incluí-las em turnês, participações especiais, tributos e apresentações pontuais.

Esse modelo é comum no mercado musical e já foi adotado por diversos artistas que seguem se apresentando normalmente após vender seus catálogos.


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