Sucesso total: ‘Guerreiras do K-pop’ quebra recorde na Netflix e domina paradas

A produção também virou fenômeno nas plataformas de streaming musical com o hit ‘Golden’, interpretado pelo grupo fictício HUNTR/X, no topo das paradas.

Por Gabriela Teixeira

31 de Julho de 2025, às 14:21


A Netflix tem um novo fenômeno em suas mãos! A animação Guerreiras do K-pop acaba de se tornar o filme animado mais assistido da história da plataforma, com impressionantes 26,3 milhões de visualizações apenas na sexta semana de exibição.

O sucesso foi tão grande que o filme ficou em segundo lugar no top 10 global da Netflix, perdendo apenas para Um Maluco no Golfe 2, que detém o recorde de maior estreia nos EUA (46,7 milhões de views).

Mas não é só nas telas que Guerreiras do K-pop está arrasando. A trilha sonora do filme, interpretada pelo grupo fictício HUNTR/X, virou febre nas plataformas de música.

O hit Golden tem se destacado no Hot 100 brasileiro e nas paradas globais da Billboard, onde recentemente voltou ao primeiro lugar.

David Guetta dá um upgrade eletrizante em hit de ‘Guerreiras do K-pop’

Produzido em parceria entre Netflix e Sony Pictures Animation, o filme traz a história do trio HUNTR/X — uma dinastia de caçadoras de demônios que mistura ação, comédia e k-pop. Os vilões Saja Boys, um grupo masculino, ainda acrescentam uma dose extra de humor à trama.

Com direção de Maggie Kang e Chris Appelhans, e um elenco de dublagem estrelado (incluindo Arden Cho, Ahn Hyo-seop, Ken Jeong e Lee Byung-hun), Guerreiras do K-pop provou que a fórmula de animação + K-pop + ação foi uma aposta certeira da Netflix.

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Guerreiras do K-pop. Reprodução/YouTube

Netflix quer transformar Guerreiras do K-pop em franquia com trilogia e live-action

Com tanto sucesso, a Netflix já planeja expandir a franquia. Segundo o site The Wrap, o streaming quer produzir duas sequências para o filme animado — transformando a história em uma trilogia — e ainda estuda uma adaptação em live-action.

Mas os planos não param por aí: a Netflix também avalia a possibilidade de levar a história para os palcos em um musical. O movimento lembra o fenômeno de Frozen, da Disney, que ganhou vida além das telas.

Em entrevista ao Deadline, Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, destacou o sucesso do projeto original e a importância de apostar em animações que não são remakes ou sequências de filmes já consagrados.


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