19 de Junho de 2026, às 15:00
Nesta sexta-feira (19), o Hino Nacional do Brasil foi eleito o mais bonito entre os temas oficiais das seleções que disputam a Copa do Mundo de 2026. A classificação foi realizada pelo The Athletic, braço esportivo do jornal norte-americano The New York Times.

O ranking analisou as canções das 48 seleções que participam desta edição do torneio. Mesmo na liderança, o hino brasileiro recebeu a nota 9, já que nenhuma das composições avaliadas atingiu a pontuação máxima de 10 pontos.
História do Hino Nacional: saiba tudo sobre a canção
De acordo com a publicação, o principal diferencial do hino brasileiro é o fato de ele fugir da lógica de exaltação a guerras, batalhas ou inimigos, comum em outras nações.
O texto do jornal destaca a letra que apresenta o país como uma pátria amada, bela e forte, apontando o verso Brasil, um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esperança, a terra desce como a imagem central da obra.
Outro ponto determinante para o primeiro lugar foi a introdução instrumental. O trecho orquestral de 28 segundos, que antecede o início da letra, foi classificado como o ponto alto por criar grande expectativa nos estádios.
A avaliação do jornal levou em conta critérios práticos e de impacto, como a emoção, o entusiasmo, a duração e a capacidade de engajar tanto os jogadores quanto os torcedores antes das partidas.
Logo atrás do Brasil, a França garantiu a segunda colocação com A Marselhesa. Apesar de ser considerada um clássico histórico, a música perdeu pontos porque o jornal observou que o hino teve mais força na torcida do que entre os próprios atletas, que apenas o murmuraram.
Portugal ficou em terceiro lugar, com destaque para o técnico espanhol Roberto Martínez cantando a letra. A Colômbia apareceu na quarta posição, elogiada pela intensidade dos jogadores, enquanto a Escócia fechou o top 5, impulsionada pela sinergia de sua torcida nos estádios.
Na outra ponta da lista, o hino da Inglaterra foi eleito o pior do mundial, ocupando a 48ª posição. A crítica do The New York Times classificou God Save the King como arrastada, terrível e pouco mobilizadora para o ambiente de uma Copa do Mundo.
O texto ainda mencionou que a letra é limitada por focar sua homenagem apenas na figura do Rei Charles III.




Curta as suas músicas sem interrupções
Pague uma vez e use por um ano inteiro
R$ /ano
Use o Letras sem anúncios.
R$ /ano
Benefícios Premium + aulas de idiomas com música.
Já é assinante? Faça login.